ACREDITE! VOCÊ TEM O PODER DA MUDANÇA.
Click to close the emergency alert banner.

Motivos para sorrir

Relembrando os momentos de 2022 que fizeram meninas e meninos sorrir

Sorrir é contagioso
e estas crianças, estes adolescentes e jovens felizes certamente colocarão um sorriso em seu rosto!
Descubra o que os fez sorrir em 2022.

Foto mostra uma menina pequena sentada no chão, com as pernas cruzadas. Ela está segurando e mostrando uma caderneta de vacinação. Ela está sorrindo.
UNICEF/BRZ/Júlia Ferreira Kacowicz

Analy Souza, 4 anos – A família de Analy mudou-se para a cidade de Campina Grande, Paraíba, durante a pandemia de covid-19. Em meio às adaptações a uma nova rotina, a carteirinha de vacinação da menina ficou atrasada. Analy e a família não conseguiram ir até o posto de saúde. Mas, por meio da Busca Ativa Vacinal, as doses pendentes chegaram até a creche municipal que ela frequenta. Em um dia de atividades, a menina recebeu as vacinas que faltavam e voltou para casa mais protegida.

Conheça essa história e o trabalho do UNICEF em Saúde.

Foto mostra um menino sentado na cama escrevendo em um caderno. Do lado dele, em cima da cama, há uma mochila.
UNICEF/BRZ/Alécio Cezar

Alexandre Borges, 12 anos – Alexandre mora em Marechal Thaumaturgo, município do estado do Acre acessível apenas por via aérea e fluvial. Há alguns anos, ele sofre com epilepsia e acabou passando por situações de bullying e, por isso, ficou fora da escola. Alexandre recebeu em casa a visita da equipe de Busca Ativa Escolar do município, que tomou as medidas necessárias para que ele fosse rematriculado. Logo em seguida, ele voltou a frequentar a escola.

Conheça a história e o trabalho do UNICEF em Educação.

Foto mostra uma adolescente sorridente, em pé, no corredor de uma escola.
UNICEF/BRZ/Nay Jinknss

Sandrielle Saiury, 17 anos – Sandrielle ficou um ano fora da escola quando foi contaminada pela malária. A família dela havia acabado de se mudar para um novo lar no município de Santana, no Amapá, e muitos sofreram com a doença. Para Sandrielle, que ficou debilitada pelo vírus, esse momento de vida significou ficar sem estudar, apesar da vontade que tinha de ir à escola. A adolescente recuperou a aprendizagem por meio do Programa Travessia Amapá, parceria do estado com o UNICEF, e chegou ao 1º ano do ensino médio, na idade certa.

Conheça a história e o trabalho do UNICEF em Educação.

Foto mostra um menino ao lado de uma estação de lavagem de mãos. O menino está olhando para a câmera. A estação de lavagem de mãos está desfocada.
UNICEF/BRZ/Alécio Cezar

Kauê dos Santos, 12 anos – Kauê mora em Vila Bela da Santíssima Trindade, município localizado no Mato Grosso, na fronteira com a Bolívia, e que participa do Selo UNICEF. Com 16 mil habitantes, o município conta com escolas multisseriadas, espalhadas pela zona rural. Kauê estuda em uma delas. Quando as aulas voltaram em 2022, o menino encontrou duas novas estações de lavagens de mãos em sua escola e aprendeu sobre a importância da higiene para a saúde e as relações sociais.

Conheça a história e o trabalho do UNICEF em Água, Saneamento e Higiene.

Foto mostra um jovem olhando para a câmera
Arquivo pessoal

Miguel Vieira, 22 anos – Miguel mora em Bezerros, Pernambuco, e está cursando o sétimo período de administração no Centro Universitário UniFavip. O jovem estava desacreditado, mas conseguiu seu primeiro estágio por meio da iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO), do UNICEF e parceiros, e hoje faz planos para o futuro e sonha em estudar fora do País.

Conheça a história e o trabalho do UNICEF por meio da iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO).

Foto mostra uma adolescente usando cocar e pinturas de povos tradicionais no rosto. Ela está em um pátio gramado. Ao fundo há um muro e montanhas.
UNICEF/BRZ/Júlia Ferreira Kacowicz

Thaís Hellen Silva, 15 anos – Thaís cresceu fazendo parte de vários grupos indígenas e prefere ser identificada por seu nome indígena – Aimara Pitaguary. Integrante do Núcleo de Cidade de Adolescentes (Nuca) de Pacatuba (CE) – iniciativa que faz parte do Selo UNICEF –, Aimara acredita que o grupo é fundamental para assegurar a voz de adolescentes de comunidades tradicionais no município. No Nuca de Pacatuba já foram discutidas questões como desmatamento e garimpo em terras indígenas, além de abusos sofridos por adolescentes.

Conheça a história e o trabalho do UNICEF com Adolescentes.

Foto mostra uma menina encostada em uma parede de adobe. Ela está olhando para a câmera e sorrindo.
UNICEF/BRZ/Fernanda Toyomoto

Lorena Amorim, 10 anos – Era um dia chuvoso quando os agentes da Busca Ativa Escolar foram até a casa da família Amorim, em Aquiraz, Ceará. Encontraram a mãe com seus filhos embaixo do pé de cajueiro, cozinhando com um pedaço de colchão para fazer fogo, pois o gás tinha acabado. Na visita, os agentes viram que a família precisava do apoio de toda a rede de proteção, formada pela educação, saúde e assistência social. Entre os desafios, detectaram a baixa frequência escolar de Lorena Amorim de Souza, 10 anos, que estava em risco de evadir. Com as visitas constantes e orientações da equipe da Busca Ativa Escolar, Lorena retornou à escola e sonha em ser delega, e a família passou a ser apoiada. Agora, a menina tem a chance de escrever uma nova história!

Conheça a história e o trabalho do UNICEF em Proteção Social.

Foto mostra um adolescente sorridente. Ele está ao ar livre em frente a uma casa rosada.
UNICEF/BRZ/Alécio Cezar

Vitor Fernandes Brites,13 anos – Vitor morador de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso, enfrentou o bullying e rompeu o ciclo de violência em sua escola, encontrando apoio para se fortalecer emocionalmente no Núcleo de Cidadania de Adolescentes (Nuca) de sua cidade – iniciativa que promove o direito à participação cidadã como parte das ações do Selo UNICEF.

Conheça a história e o trabalho do UNICEF em Proteção contra a violência.

Foto mostra um adolescente em um espaço ao ar livre. Ele está olhando para a câmera.
UNICEF/BRZ/Alécio Cezar

Frederick Obis, 14 anos – Frederick, natural de San Félix, na Venezuela, veio ao Brasil em busca de uma vida melhor. Há sete meses no País, chegou com os pais, quatro irmãos e um sobrinho. No abrigo onde vive agora, em Boa Vista, Roraima, o adolescente é um participante ativo do Súper Panas, espaço de apoio psicossocial, educação não formal e proteção contra violência mantido pelo UNICEF.

Conheça a história e o trabalho do UNICEF em resposta à Crise migratória venezuelana.