Representante do UNICEF no Brasil
Joaquin Gonzalez-Aleman é o representante do UNICEF no Brasil desde setembro de 2025
Joaquin Gonzalez-Aleman assumiu o posto de Representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no Brasil em 01 de setembro de 2025.
Anteriormente, trabalhou por quatro anos em Genebra, como Chefe de Planejamento Estratégico para a área de Captação de Recursos Privados e Parcerias do UNICEF, sendo responsável por orientar a estratégia global e os resultados do UNICEF, em colaboração com os Escritórios de País e os Comitês Nacionais.
Antes disso, esteve por nove anos na América Latina. Na região, foi Representante do UNICEF no Equador, de 2017 a 2021, contribuindo para a garantia dos direitos de meninas e meninos no País. Foi também assessor regional de Políticas Sociais no então Escritório Regional do UNICEF para a América Latina e o Caribe, no Panamá, de 2013 a 2017. Nessa função, liderou temas relacionados ao investimento público voltado para a infância, à medição da pobreza infantil multidimensional e aos sistemas de proteção social centrados na criança.
Antes de chegar à América Latina, trabalhou por cinco anos como chefe de Políticas, Planejamento e Avaliação no Escritório do UNICEF na Índia. Anteriormente, atuou no Escritório do Coordenador Residente no Vietnã, e no Escritório de Avaliação do UNICEF em Nova York, conduzindo avaliações estratégicas dos programas de cooperação.
Antes de ingressar no UNICEF, Joaquin González-Aleman atuou na União Europeia, em Bruxelas, gerenciando projetos de apoio aos direitos humanos na América Latina, e com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), na Espanha e na Bósnia-Herzegovina.
O Representante é de nacionalidade espanhola e possui mestrado em Relações Internacionais pelo Instituto Universitário Ortega y Gasset de Madri, Espanha, e é licenciado em Relações Internacionais e História pelo Vesalius College de Bruxelas.
Joaquin González-Aleman é casado e tem dois filhos.
Ele acredita no diálogo intercultural, na promoção e proteção dos direitos de crianças e adolescentes como caminho para a prosperidade das sociedades, e na valorização do capital humano - focando nas infâncias e adolescências - como o investimento sustentável mais eficaz.