Quem faz o Selo UNICEF?

É uma grande articulação de milhares de pessoas, de diversas áreas, em cada município

UNICEF/BRZ/Taciano Brito

“É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”. O provérbio africano faz sentido, também, quando se pensa nos direitos de meninas e meninos. É preciso um município inteiro para garanti-los. E isso vem acontecendo, há 20 anos, nos municípios que participam do Selo UNICEF.

Em cada um deles, há um esforço conjunto de milhares de pessoas, às vezes invisíveis, que colocam crianças e adolescentes como prioridade, e fazem seu melhor por elas e eles. É um trabalho a muitas mãos. Prefeitos, governadores, secretários, técnicos das diversas secretarias, professores, merendeiras, pais, mães, avós, lideranças sociais, empresários, adolescentes, todos são encorajados à prática da gestão em conjunto.

Essa união de esforços coordenados traz resultados importantes. A gestão fica mais eficaz, todos participam, as vulnerabilidades e desigualdades vão diminuindo, os indicadores melhoram, e a vida de crianças e adolescentes também.

Armando de Paula, secretário executivo dos Conselhos, Eusébio (CE)

“20 anos atrás, eu estava no Conselho Estadual da Criança e do Adolescente do Ceará, e participei da construção do Selo UNICEF. Foi um grande processo de sensibilização. Conseguimos universalizar os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente no Estado. E estou no Selo até hoje.”
Armando de Paula, secretário executivo dos Conselhos, Eusébio (CE)

Iracema Cristina Vale Lima, prefeita, Urbano Santos (MA)

“Com o Selo UNICEF, a gente consegue fazer um diagnóstico da nossa realidade com um propósito específico: melhorar a vida das crianças e dos adolescentes. Saímos do olhar macro para trabalhar especificamente nesses pontos. Assim, o Selo UNICEF ajuda a transformar as vidas para melhor.”
Iracema Cristina Vale Lima, prefeita, Urbano Santos (MA)

Adailson de Jesus Silveira, técnico da Secretaria de Educação, Itabaianinha (SE)

“No Selo UNICEF, temos como meta a busca ativa de crianças fora da escola. Fizemos uma mobilização nos 75 povoados do município, no início do ano. Avaliamos cada caso de forma individual para encontrar a melhor solução para cada criança.”
Adailson de Jesus Silveira, técnico da Secretaria de Educação, Itabaianinha (SE)

Jeime Leal, fisioterapeuta, Campina Grande (PB)

“Trabalho na área de saúde e acompanhei de perto a epidemia do zika vírus. Eram centenas de casos. Estamos inscritos no Selo UNICEF e unimos forças com diferentes áreas para atender as crianças e suas famílias. Minha alegria é ver cada criança superando as nossas expectativas.”
Jeime Leal, fisioterapeuta, Campina Grande (PB)

Leandro Vieira, professor e diretor de escola, Horizonte (CE)

“Quando recebemos o Selo UNICEF, nós ficamos felizes porque nosso trabalho está dando certo. Não é só uma luta por um certificado, mas também por garantir os direitos à sociedade, às crianças. Ao ganhar o Selo, sabemos que nós estamos no caminho certo.”
Leandro Vieira, professor e diretor de escola, Horizonte (CE)

Rosilene Maria Duarte Andrade, assistente social e articuladora do Selo UNICEF, Santarém (PA)

“É importante que todos os atores voltados para a proteção da infância e adolescência trabalhem de forma coordenada. Hoje, com o Selo UNICEF, nós podemos dizer que a rede de proteção do município caminha muito mais articulada.”
Rosilene Maria Duarte Andrade, assistente social e articuladora do Selo UNICEF, Santarém (PA)

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