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O mapa da exclusão escolar em Vitória

Confira os indicadores do enfrentamento da exclusão escolar entre 2016 e 2019

UNICEF
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De 2016 a 2019, as regiões de Vitória com as maiores taxas de abandono escolar1 da cidade obtiveram melhoras. Santo Antônio passou de 1,7% para 0,84%; Jucutuquara, de 1,14% para 0,63%; São Pedro, de 1,14% para 1,09%; e Praia do Canto, de 1,13% para 0,49%.

A cidade toda obteve melhoras nesse aspecto. Em 2016, Vitória tinha 20,14% dos alunos da rede de educação fundamental (do 1º ao 9º ano) com dois ou mais anos de atraso em relação à idade. Isso se dá tanto por repetência quanto por ingresso tardio na escola. Em 2019, esse percentual baixou para 13,3%. Havia, em 2019, 2 mil estudantes a menos com distorção idade-série no ensino fundamental em Vitória.

Os números sobre abandono escolar foram reduzidos em toda a cidade: de 0,95% em 2016 para 0,79% em 2019. Isso significa que 42 estudantes continuaram estudando.

Apesar do progresso feito no enfrentamento da exclusão escolar na capital capixaba, o índice final não alcançou o valor de referência2 estipulado pela Plataforma dos Centros Urbanos, que é de 0,72%.

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1Abandono escolar – A taxa de abandono escolar é a proporção de estudantes matriculados que deixaram de frequentar a escola durante o período letivo. Pode haver mais crianças que já estavam anteriormente fora da escola, aumentando os números da exclusão escolar.

2Valor de referência (VR) é definido pelos dados coletados na linha de base, correspondendo à média aritmética das taxas das unidades territoriais acima da mediana, acrescido de um cálculo que tem como horizonte 2030, ano de referência para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da ONU.

Taxa de abandono escolar em Vitória

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Em 2016, a taxa de distorção de idade-série3 do ensino fundamental era de 20,14%. Em 2019, a taxa tinha se reduzido a 13,33%. Havia, em 2019, 2 mil estudantes cursando séries abaixo da faixa etária no ensino fundamental em Vitória. 

Distorção – Ensino Fundamental Público
Conheça a relação entre a taxa de distorção de idade-série do ensino fundamental e a comparação entre 2016 e 2019.

 

 

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3Distorção idade-série é o nome dado à condição de estudantes que estão dois anos ou mais aquém da série que deveriam cursar em relação à idade que têm.

A cobertura da oferta de educação infantil4 para crianças de 4 e 5 anos é um dos aspectos monitorados pelo UNICEF. Esse é um problema superado em Vitória. Já não havia, em 2016, demanda não atendida. Esse quadro se mantém até hoje.  

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4Pré-escola universal – Desde 2009, a frequência escolar tornou-se obrigatória para crianças de 4 e 5 anos. O Plano Nacional de Educação prevê que, até 2024, 100% das crianças de 4 e 5 anos devem estar matriculadas. A média nacional hoje é de 93,8%.