Cólera

As chuvas intensas, a falta de saneamento e o acesso limitado à água potável aumentam o risco de surtos de cólera e de outras doenças transmitidas pela água

Two elderly women get water from a muddy river in Angola. A cow stands behind them
UNICEF/Angola/2014/Federica Polselli

A cólera é um risco para a vida das pessoas em áreas afectadas

Têm sido registados surtos de cólera em Angola em pelo menos quatro províncias do país desde 2017. Nove milhões de pessoas estão em risco, sobretudo durante a época das chuvas. 

Na sequência dos vários surtos, o Governo de Angola  desenvolveu e orçamentou um plano de preparação, prevenção e resposta à cólera. O Ministério da Saúde tem intensificado a vigilância dos casos e está em estreita e constante coordenação com as autoridades de saúde provinciais. 

O UNICEF Angola, em parceria com as autoridades nacionais e locais, reabilitou vários pontos de água desde o início de 2017, assegurando o acesso a água potável. As áreas afectadas pela cólera receberam também guias e produtos para o tratamento de água, de forma a garantir a melhor qualidade possível. 

A Comunicação para o Desenvolvimento(C4D) tem actuado através de programas de rádio e iniciativas porta-a-porta para a promoção da higiene, mensagens sobre a lavagem de mãos e tratamento de água.

O UNICEF faz a monitorização de dados epidemiológicos e o seu programa de Educação actua junto aos professores para a promoção de hábitos preventivos em relação à cólera. 

A resposta do UNICEF passa igualmente por um investimento e actividades na preparação para as emergências, nomeadamente nas áreas da água e saneamento e comunicação para o desenvolvimento, para evitar que novos surtos sejam registados no país.