"Estou muito feliz por ter apanhado a vacina contra a COVID-19"

Por ser um profissional de saúde, com actividades no Instituto de Ciências de Saúde da Beira, Armindo fez parte do grupo prioritário para apanhar a vacina contra a COVID-19.

Miraldina Gabriel e Claudio Fauvrelle
“Estou muito feliz por ter apanhado a vacina e sinto-me mais seguro para realizar as minhas actividades profissionais pois, este ambiente é muito propenso a propagação da COVID-19,” conta Armindo Chado, de 42 anos de idade.
Light for the World/2021
30 Março 2021

Beira, SOFALA, 25 Março 2021 – “Estou muito feliz por ter apanhado a vacina e sinto-me mais seguro para realizar as minhas actividades profissionais pois, este ambiente é muito propenso a propagação da COVID-19,” conta Armindo Chado, de 42 anos de idade.

Armindo tem uma deficiência física e é um dos Facilitadores da Inclusão da Deficiência que, sob a coordenação da Light for the World, em parceria como Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), com financiamento do Governo da Noruega, trabalha junto com mais 9 jovens, fazendo advocacia sobre a inclusão dos jovens com deficiência a nível das instituições e outros organismos da sociedade na Cidade da Beira.

Por ser um profissional de saúde, com actividades no Instituto de Ciências de Saúde da Beira, Armindo fez parte do grupo prioritário para apanhar a vacina contra a COVID-19. “Sinto-me privilegiado e também aliviado por já ter sido vacinado com a primeira dose da vacina e irei apanhar a segunda dose já em Abril,” contou Armindo ansiosamente.

“Estou muito feliz por ter apanhado a vacina e sinto-me mais seguro para realizar as minhas actividades profissionais pois, este ambiente é muito propenso a propagação da COVID-19,” conta Armindo Chado, de 42 anos de idade.

A minha felicidade em apanhar a vacina contra a COVID-19 tem muita a ver também com o facto de eu ser uma pessoa com deficiência, pois sabemos que este grupo, devido a sua condição, têm maior probabilidade de contrair o vírus.

Armindo Chado, de 42 anos de idade

Armindo entende que apanhar a vacina foi a melhor decisão que tomou, e que agora, através do seu trabalho como Facilitador da Inclusão da Deficiência, sente que precisa fazer algo para que se incluam também as pessoas com deficiência na lista do grupo prioritário.

ˮA minha felicidade em apanhar a vacina tem muita a ver também com o facto de eu ser uma pessoa com deficiência, pois sabemos que este grupo, devido a sua condição, têm maior probabilidade de contrair o vírus e por isso, como Facilitador da Inclusão da Deficiência, precisamos dar voz aos meninos e meninas, homens e mulheres com deficiência, para que sejam incluídos no grupo prioritário a tomar a vacina contra o coronavírus,” concluiu Armindo Chado.

É importante que se incluam as pessoas com deficiência em toda à acção humanitária.