Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank visitam vítimas do Ciclone Idai em Moçambique

O actor brasileiro Bruno Gagliasso e sua esposa Giovanna Ewbank visitaram a cidade da Beira e Chimoio, em Moçambique, para ajudar na ajuda humanitária do UNICEF.

Claudio Fauvrelle
Bruno Gagliasso e a Giovanna Ewbank visitam vítimas do Ciclone Idai em Moçambique
UNICEF Moçambique/2019/Claudio Fauvrelle

30 Agosto 2019

Maputo, Moçambique - O actor Bruno Gagliasso e a apresentadora de televisão Giovanna Ewbank do Brasil acompanham a resposta e ajuda humanitária do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nas cidades da Beira e Chimoio, em Moçambique.

O casal liderou uma campanha de angariação de fundos criada pelo UNICEF em Brasil para apoiar o trabalho em Moçambique após os dois ciclones, Idai e Kenneth, que atingiram Moçambique em março e abril passados. Foi a primeira vez, desde que há registo, que dois ciclones tropicais fortes atingem Moçambique durante a mesma estação, provovando mais de 600 mortos e um número estimado de 1,4 milhão de crianças necessitando de assistência humanitária.

 

“Foi muito importante vir para Moçambique para conhecer de perto o trabalho do UNICEF. É um trabalho sério, um trabalho feito com muita competência e, acima de tudo, com muito amor. Terão mais visitas minhas porque tem muitas crianças que precisam de ajuda ainda,” disse Bruno Gagliasso.

Durante a visita, o casal encontrou várias crianças e famílias, trabalhadores humanitários e conheceu de perto o trabalho de emergência do UNICEF.

Gagliasso disse que este trabalho pelas crianças precisa ser feito “não apenas pelo Brasil, mas pelo mundo inteiro, porque são muitas as crianças que precisam.”

Gagliasso também disse que ficou triste ao saber que o ciclone devastou parte de Moçambique, Zimbábue e o Maláui, região onde os dois filhos nasceram. Ele disse que seu “coração ficou apertado” e “inquieto com aquelas cenas” e por isso pediu “para ajudar de alguma forma.”

O UNICEF alcançou 1,100,000 pessoas com água potável, vacinou 980,000 crianças menores de 15 anos contra a cólera e sarampo, tratou 604,000 crianças contra desnutrição aguda, garantiu a 95,000 crianças acesso a educação de qualidade, providenciou apoio psicossocial para 7,500 crianças e alcançou 853,000 pessoas com mensagens que salvam vidas e promovem a mudança de comportamento.