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A febre amarela e as crianças: o que fazer?

O vírus da febre amarela é transmitido pela picada dos mosquitos infectados. A vacina é a principal ferramenta de prevenção e controle da doença. As crianças residentes nos municípios considerados de risco para a doença, a partir do nono mês de vida já podem ser vacinadas nos postos de saúde, segundo o Calendário Nacional de Vacinação 2018 recomendado pelo Ministério da Saúde. Aquelas que, por algum motivo, não podem receber a vacina devem ser protegidas com repelentes e mosquiteiros. Não existe um medicamento para curar a febre amarela. O tratamento disponível apenas ameniza os sintomas: o doente deve ficar em repouso, e pode ser hospitalizado, para reposição de líquidos e até sangue perdido, quando indicado.

São três as espécies de mosquitos que transmitem a febre amarela: o Haemagogus e o Sabethes, que contaminam as pessoas em áreas silvestres, e o Aedes aegypti, que atua em áreas urbanas (e que também transmite dengue, chikungunya e zika).

O último caso de febre amarela urbana no Brasil foi registrado em 1942, e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão. Por isso, é tão importante combater o mosquito Aedes aegypti e não deixar que a febre amarela urbana volte a ocorrer no País. As crianças (a partir dos 9 meses) e suas famílias que estão em áreas silvestres ou próximas dos locais que registraram casos da doença devem receber a vacina contra a febre amarela, evitar as áreas de mata e se proteger do mosquito com repelentes e mosquiteiros. Em situações de maior risco, o pediatra ou profissional de saúde pode avaliar se a criança deve tomar a vacina a partir do sexto mês de vida.

Desde o surto de zika no início de 2016, o UNICEF vem – por meio do Selo UNICEF e de suas mídias digitais – mobilizando as comunidades para reduzir os criadouros do mosquito Aedes aegypti, com foco em prevenção e cuidados pessoais.

Além de combater o Aedes aegypti, as pessoas que residem em áreas com recomendação da vacina contra febre amarela e as pessoas que vão viajar para essas áreas devem se vacinar. A recomendação atual é de tomar somente uma dose, não havendo necessidade de revacinação.

Quem não pode tomar a vacina
De acordo com o Ministério da Saúde, não podem tomar a vacina contra a febre amarela: crianças antes do nono mês de vida; mulheres que estejam amamentando bebês com menos de 6 meses de idade; pessoas que vivem com HIV (com contagem de células CD4 menor que 350); aquelas em tratamento de quimioterapia e radioterapia ou em tratamento com imunossupressores; as que têm alguma doença autoimune; e quem tem alergia grave à proteína do ovo.

Gestantes e pessoas com mais de 60 anos de idade devem ser avaliadas por profissionais de saúde antes de tomar a vacina.

Aqueles que não podem receber a vacina devem se proteger usando repelentes e mosquiteiros. Quem não está nas regiões endêmicas ou que estejam apresentando surto da doença deve evitar viajar para esses locais.

Quando as crianças devem ser vacinadas
A partir deste ano (2018), a vacina contra febre amarela passou a fazer parte do Calendário Nacional de Vacinação para as crianças residentes nos municípios considerados de risco para a doença e agora é encontrada nos postos de saúde. O ideal é que a vacinação seja feita em dose única aos 9 meses de idade. Em situações de surto ou viagens para áreas de maior risco, o pediatra deve avaliar se a criança pode ser vacinada a partir do sexto mês de vida.

Reação à vacina
Como a criança teve contato com o vírus por meio da vacina, ela pode apresentar um quadro de infecção simples, como febre, dor de cabeça e dor muscular – manifestações mais graves são raras. Caso percebam alguma alteração, os pais ou cuidadores devem procurar o pediatra da criança ou levá-la ao pronto-socorro.

Sintomas da febre amarela
Febre acima de 38,5 graus, dor de cabeça, dor no corpo, cansaço, falta de apetite, náuseas e vômitos são os principais sintomas da doença; além da coloração amarelada na pele, hemorragias e insuficiência renal, nas formas mais graves. As crianças costumam apresentar os mesmos sintomas, porém, nas menores, a apatia também serve de sinal de alerta.

Tratamento
A febre amarela não tem tratamento específico. Em caso de suspeita, procure imediatamente o pediatra ou o pronto-socorro.

Caso tenha alguma dúvida e/ou precise de mais informações, consulte um profissional de saúde.

Fonte: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao

 

 
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