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UNICEF na resposta ao zika: Impacto das ações

Em dezembro de 2015, em meio à epidemia do vírus zika e ao crescente número de casos de crianças com microcefalia, o Ministério da Saúde solicitou o apoio do UNICEF para a redução dos criadouros do mosquito Aedes aegypti.

A resposta do UNICEF ao zika teve quatro frentes

  1. Mobilização das comunidades para reduzir os criadouros do mosquito Aedes aegypti, com foco em prevenção e cuidados pessoais;
  2. Divulgação em mídia tradicional e digital de mensagens de prevenção e de informações baseadas em pesquisas com diversos públicos;
  3. Monitoramento semanal da situação;
  4. Parceria com autoridades de saúde, educação e assistência social e sociedade civil para criar o projeto Redes de Inclusão, a fim de apoiar gestantes e famílias com crianças nascidas com a síndrome congênita do zika vírus e outras deficiências.

O UNICEF já atuava em mais de 1.700 municípios, dos quais, 85% com alta proliferação do Aedes aegypti. A partir da presença nesses territórios, foi implementado rapidamente um plano para prevenir a proliferação dos mosquitos, especialmente nas áreas mais afetadas pelo problema. Na Amazônia e no Semiárido, 991 municípios, incluindo oito grandes capitais, realizaram ações de combate ao mosquito envolvendo as comunidades.

O UNICEF também utilizou a força das redes sociais como parte dos esforços para a prevenção de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Em parceria com o Facebook, o UNICEF encontrou melhores formas de criar e divulgar o tema nas redes sociais.

Números que demonstram o impacto da campanha contra a zika

Redes de Inclusão

Para apoiar as famílias de crianças com a síndrome congênita do zika vírus (SCZV) e outras deficiências, o UNICEF, com a coordenação técnica da Fundação Altino Ventura, criou o projeto Redes de Inclusão, em Recife e Campina Grande (PB), municípios que estavam entre os mais afetados pela epidemia, na época. O projeto conta com a parceria, entre outros, do Ministério da Saúde, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), o Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (Ipads) e a Johnson & Johnson.

Alguns resultados do projeto Redes de Inclusão
  • 380 kits multissensoriais distribuídos para estimulação de crianças com alterações no desenvolvimento.
  • 262 profissionais capacitados como multiplicadores nas áreas de saúde, educação e assistência social.
  • 402 profissionais de saúde qualificados para o atendimento clínico-assistencial por meio do Projeto Laboratório de Formação do Trabalhador de Saúde no Contexto do Vírus Zika (Zikalab).
  • 9.541 pessoas capacitadas para a redução dos criadouros do mosquito Aedes aegypti em ações intersetoriais de mobilização.
  • 1.016 crianças e adolescentes capacitados para atuar como agentes de mobilização, em parceria com as autoridades governamentais.

Biblioteca

Redes de Inclusão: Garantindo direitos das famílias e das crianças com Síndrome Congênita do Zika vírus e outras deficiências

Orientações às famílias e aos cuidadores de crianças com alterações no desenvolvimento

Kit Multissensorial: Orientações para utilização no ambiente domiciliar

Metodologia para multiplicadores: Estimulação de crianças com alterações no desenvolvimento no ambiente domiciliar e escolar – Curso para a qualificação de profissionais de saúde, educação e assistência social

Apoio psicossocial a mulheres gestantes, famílias e cuidadores de crianças com síndrome congênita por vírus zika e outras deficiências: guia de práticas para profissionais e equipes de saúde

 

 

 

 

Participação


O UNICEF destaca o envolvimento expressivo das crianças e dos adolescentes nas ações desenvolvidas pelos municípios no combate ao mosquito Aedes aegypti. Em 2016, só no Semiárido, 516 municípios realizaram mutirão de combate ao mosquito nas comunidades e 482 municípios realizaram atividades de prevenção contra o mosquito nas escolas municipais.
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