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Histórias de vida

“Tivemos casos de violência doméstica muito próximos, por isso, a importância de falar sobre isso, especialmente com as meninas”
Kauanne Patrocínio, 16 anos, faz parte da companhia de teatro EmQuadro, em São Paulo, e quer levar peças sobre empoderamento feminino para escolas públicas e espaços de convivência jovem.

“Queremos que os jovens das periferias se apropriem dos caminhos para chegar à universidade”
Heberly Lima tem 21 anos e é líder do projeto Vaga da Resistência, que ajuda os jovens das periferias de São Paulo a chegar à universidade. Ela quer propagar para outros jovens a oportunidade que ela teve: estudar numa faculdade privada como bolsista.

“Se um jovem encontra o que ele gosta de fazer, isso dá a ele uma vida com sentido”
Anderson Alves tem 21 anos e muita bagagem para ensinar outros jovens sobre o poder de transformação do audivisual. O projeto Produção Preta visa formar adolescentes para que retratem suas realidades por meio do cinema.

“Levo comigo o que aprendi em casa e na favela”
A brasileira Lays dos Santos, 18 anos, viaja para Johanesburgo, na África do Sul, para participar do lançamento do Manifesto Jovem #EndViolence.

“Eu não tinha tempo para mim, nem para brincar. Eu não tinha um momento de ser menina.”
Lorena Araújo Costa de Jesus, 15 anos, estuda, faz teatro, fala de empoderamento de meninas e do direito de todas a aprender. Quem a ouve hoje não imagina a trajetória da adolescente.

"Eu quero um lugar em que eu me sinta bem, aprendendo"
A trajetória escolar de Rickelmmy de Souza Nascimento, 16 anos, como a de muitos outros adolescentes amazônicos, não foi simples. Ele, que já iniciou seus estudos com um ano de atraso, teve que enfrentar diferentes desafios para se manter na escola.

"A gente precisa de meninas que vão à luta porque nós somos a mudança"
Nívea Maria, 16 anos, sonha com um Brasil melhor, sem violência contra a mulher, com igualdade entre os gêneros e respeito às diversidades. Para tornar isso possível, ela não apenas sonha, mas planeja repassar o que aprendeu para outras meninas.

"Eu quero um futuro diferente para mim"
Cumprindo medida socioeducativa em meio aberto, Pedro*, 17 anos, recebeu o apoio necessário para voltar à escola e hoje quer um emprego e uma vida melhor.

"A gente precisa de uma sociedade ativa"
Adolescente da Plataforma dos Centros Urbanos no Rio de Janeiro, Patrick Pereira, 16 anos, dedica esforços para ampliar a igualdade social e de oportunidades para crianças e adolescentes vulneráveis.

"O enfrentamento da violência sexual precisa da nossa participação", diz adolescente
Com o apoio do UNICEF em Belém, Raquel quer estimular outras meninas a conhecer seus direitos e mudar a realidade de quem vivencia diferentes formas de violência

"O adolescente tem que ter sempre uma segunda chance"
Após cometer um ato infracional, Lucas, hoje com 16 anos, encontrou, na medida socioeducativa em meio aberto, a oportunidade de recomeçar.

Jovem da periferia de Belém usa comunicação para ter voz e dar voz às mulheres
Tamara Mesquita é integrante da Plataforma dos Centros Urbanos e participa do Empodera Manas, iniciativa do UNICEF e parceiros voltada aos direitos das meninas.

Adolescente vibra com a Caravana do Esporte em seu bairro
Nalanda Rodrigues, 13 anos, adora futebol e passou um dia especial cheio de atividades esportivas e artísticas. Ela foi um dos 2 mil alunos de escolas públicas de São Sebastião (SP) que participaram da Caravana do Esporte e das Artes em junho de 2017.

Adolescente descobre em iniciativa do UNICEF a porta de que precisava para sua transformação
Com a Plataforma dos Centros Urbanos, Marcela Colares, 14 anos, pôde sair de casa em segurança e estar num ambiente onde aprendeu e debateu com os amigos sobre caminhos para transformar Manaus em uma cidade melhor para as crianças e os adolescentes.

"Calado, vi que não cooperava para mudar o preconceito que sofria. Era mais um sem voz"
Negro, homossexual e militante pelas causas sociais. José Otávio Pantoja de Azevedo, de 19 anos, não se limita a esses rótulos. Mas essas três palavras bastaram para que sofresse preconceitos que mostraram a importância de se colocar perante a sociedade.

"Na época da escola, ainda estamos nos descobrindo e temos muitas angústias. A Rede nos dá apoio e mostra que temos com quem contar"
Estela Souza Sena, de 18 anos, participa da Rede de Adolescentes Negros e Negras e da Rede de Adolescentes e Jovens LGBT e organiza formações e encontros para que mais adolescentes se sintam acolhidos e fortalecidos para exigir seu lugar na sociedade.

"A PCU expandiu meu senso crítico e aumentou o sentimento de que devemos buscar um mundo mais justo"
A preocupação com política e causas sociais sempre esteve presente na vida de Peterson Silva Lessa Couto, 20 anos, morador de Maceió (AL). "Tinha interesse por essas questões, mas me faltava orientação e espaço para que pudesse desenvolver minhas ideias".

"Impactei uma escola. Mas, só na minha cidade, existem milhares de outras que precisam ser transformadas. Há muito por fazer", afirma Raissa, de São Paulo
Raissa Rodrigues Mendes, 18 anos, não tinha plena consciência do que fazer para modificar sua realidade. A postura da menina mudou quando conheceu o Parlamento Juvenil do Mercosul e, por meio deste, a Plataforma dos Centros Urbanos, do UNICEF.

"Descobri que o esporte pode ser inclusivo. Há espaço para todos, com diferentes realidades sociais e habilidades físicas"
Filha de militar, a vida de Cecília Vieira Muniz, 18 anos, foi repleta de mudanças. Com isso, ficou difícil estabelecer vínculos fortes. Ela encontrou no esporte uma forma de criar laços e conhecer mais da vida e das dificuldades de adolescentes e jovens.

"O NUCA foi o primeiro espaço em que me senti realmente valorizado. Aqui, nós, adolescentes, somos ouvidos"
Francisco Quirino, de Afogados da Ingazeira (PE), conheceu o NUCA aos 13 anos, mas essa não foi sua primeira empreitada na militância juvenil, nem a última. O adolescente de 16 anos quer seguir carreira política, para continuar representando a juventude.

"Sozinhos, não conseguimos muito. Mas, juntos, podemos fazer a diferença"
Aos 9 anos, Maura Regina Santos Garcia, hoje com 16, já usava drogas. Meio sem entender por que, seguia o que via acontecer repetidamente na Vila Missionária, bairro onde vivia com os pais, na capital paulista.

"Representatividade é importante para que os jovens negros saibam que podem ser quem eles quiserem ser"
Jovem, negra, moradora de uma região conhecida pelo lixão que abriga, Daffiny Isis Pereira, 18 anos, sabe o que é se sentir uma estrangeira em seu próprio país.

Adolescente LGBT mostra que apoio é crucial na formação da identidade
Desde pequena, Marina Dalcol Magalhães notava que algumas de suas formas de agir, pensar e sentir não correspondiam aos padrões estabelecidos pela sociedade. Hoje, aos 16 anos e com total apoio da família, ela se sente segura para assumir sua sexualidade.

Adolescente trans quer espalhar sua voz contra a intolerância
Quando lembra de sua infância, Diego dos Santos Nascimento, hoje com 16 anos, fala de solidão e violência – sensações e experiências, segundo ele, vividas com frequência pela juventude LGBT.

Adolescente encontra na poesia ferramenta para defender seus ideais
"Sou nascida e criada na periferia, mulher preta, poetisa. (...) Gosto de lutar pelos meus direitos. Sou forte, mas me abalo com o racismo, preconceito e intolerância". Assim se apresenta Bruna Silva, 16 anos, que mora em Salvador, na Bahia.

Adolescente do Rio de Janeiro participa ativamente da vida escolar em prol de mudanças
Mesmo enfrentando desafios para concluir seus estudos, Paulo Gabriel, 16 anos, não desiste da escola. O estudante do 1º ano do ensino médio recebe o apoio de seus professores para realizar ações em favor de mudanças na comunidade escolar.

Uma nova imagem no espelho
Sara Matias, 16 anos, cresceu na comunidade do Borel, na cidade do Rio de Janeiro. Hoje, gosta de exibir seu cabelo crespo, que enfeita com diferentes turbantes. Além de valorizar sua negritude, a adolescente aprendeu a se respeitar como menina.

Adolescente sonha defender os direitos indígenas e divulga cultura pataxó durante jogos mundiais em Palmas (TO)
Inauy Pataxó, 16 anos, vive na aldeia de Mirapé, na reserva indígena de Coroa Vermelha, localizada no extremo sul da Bahia. A adolescente sonha garantir os direitos do seu povo e preservar sua cultura e sabedoria.

Da Bahia para o Mercosul: adolescente leva participação cidadã às escolas do ensino médio
Ravanna Amorim, 17 anos, tem visitado regularmente escolas de ensino médio na região metropolitana de Salvador para trazer para outros alunos informações sobre o protagonismo juvenil e contar sobre sua participação no Parlamento Juvenil do Mercosul.

Adolescente de Cidade Tiradentes usa a poesia para expressar seus sonhos e dificuldades
Gabriel Maciel, 17 anos, encontrou na poesia uma maneira para expressar sonhos, dificuldades e aventuras de um adolescente que vive na maior metrópole do País. Escreve sobre seu cotidiano, a região onde vive e o que considera importante para adolescentes.

Para adolescente de Salvador, nem sempre filho de peixe peixinho é
Lucas Pires Schramm, de 17 anos, não conheceu o pai e a mãe foi presa por tráfico de drogas, quando ele tinha 2 anos de idade. Sua história de vida é marcada pela superação e pela vontade de ser uma pessoa a cada dia melhor.

Plataforma dos Centros Urbanos transforma vida de adolescente em Manaus
Davi, 12 anos, era inquieto, desatento e desinteressado. Mas sua história ganhou novos rumos desde que começou a participar da PCU em seu município. O adolescente mostrou para a mãe, professores e amigos que uma oportunidade pode fazer toda a diferença.

Adolescente de Belém leva participação cidadã para escola e para o bairro onde vive
Dhessica, 14 anos, aprendeu desde muito cedo que precisaria conhecer seus direitos e se envolver nas políticas públicas para crianças e adolescentes a fim de conseguir mudanças tanto em seu bairro, como na sua escola e no próprio município.

"Nós jovens somos poderosos", acredita adolescente do norte de Minas
Fabiana Corrêa, 16 anos, do município de Itacarambi (MG), acredita que a sociedade precisa se abrir mais para as ideias e o potencial transformador dos adolescentes.

Adolescente deixa vida nas ruas e se torna mobilizador de jovens em Fortaleza
Francisco de Assis Ferreira, o Diah, 17 anos, conseguiu sair das ruas e superar o vício por meio do Projeto Gente Grande, iniciativa do Pequeno Nazareno, parceiro do UNICEF na implementação da Plataforma dos Centros Urbanos na capital cearense.

Adolescentes planejam uma revolução em Pai Pedro, no Semiárido mineiro
Vivian Fernandes, 17 anos, mobiliza os adolescentes de Pai Pedro para que, juntos, criem oportunidades culturais e de lazer para os meninos e meninas do município mineiro.

Desigualdade na corda bamba: Adolescente de São Paulo quer mais oportunidades nos centros urbanos
Larissa Braga, 14 anos, vai ingressar no ensino médio em 2015. Terminando a 8ª série, ela frequenta, às terças e sextas, as aulas de ginástica artística e capoeira da Casa de Cultura e Cidadania, na Vila Guacuri, periferia da zona sul de São Paulo.

Adolescente utiliza rádio para a mobilização e valorização de meninos e meninas do Semiárido
Leandro Silva, 15 anos, comanda seu próprio programa de rádio no município de Malacacheta (MG), onde também participa do Selo UNICEF Município Aprovado, mobilizando crianças e adolescentes da região.

Plataforma dos Centros Urbanos: Adolescente usa arte para conscientizar sobre direito ao esporte na Brasilândia, em São Paulo
Kelton Campos, de 18 anos, desde criança se interessa por arte, mas é participando de diferentes projetos que encontra conteúdo para criar.

Raízes do Futuro contribui com a autoestima e valorização de adolescente
Glacy Correa da Silva, 15 anos, além de ter uma visão clara sobre ela mesma e sobre o que quer para seu futuro, também tem uma visão particular do mundo.

Raízes do Futuro: Jogadora de rugby pretende abrir seu próprio restaurante
Leila Cassia dos Santos, 17 anos, frequenta a quadra de rugby no seu bairro pelo menos uma vez por semana e conta que, apesar do preconceito que existe sobre o esporte, é nele que consegue encontrar calma e controlar sua impulsividade.

Raízes do Futuro: Adolescente conta como o projeto tem ajudado a melhorar seu desenvolvimento pessoal
Guilherme Dias, 15 anos, começa seu dia às 6 horas, quando sai de casa para levar os irmãos à escola e depois segue para suas demais atividades.

Raízes do Futuro: Jovem descobriu seu talento durante participação no projeto e traça planos para realizar seus sonhos
Bruna Mendes Gonzaga, 17 anos, tem um jeito tímido, mas é determinada e sonhadora. Ela está no último ano do ensino médio e é educanda na Sociedade Benfeitora Jaguaré, onde participa do projeto Raízes do Futuro.

Projeto Raízes do Futuro ajuda adolescente a gerenciar recursos e planejar o futuro
Guilherme Maia da Silva, de 15 anos, tem o desejo de se formar em mecatrônica e conta que o projeto Raízes do Futuro foi fundamental para que ele começasse a se planejar e se dedicar para que seu sonho se concretize.

Adolescente prepara-se para realizar sonho de abrir seu próprio negócio
Ederson Caio dos Santos Souza, de 17 anos, encontrou no Instituto Reciclar e no projeto Raízes do Futuro apoio para investir na realização de seu sonho.

Jovem busca aprimoramento para tornar-se melhor cidadão e profissional
Ítalo Fernandes de Araújo Morais, 19 anos, sonha em ser um jogador profissional, atuando fora do País pela seleção brasileira. O sonho seria bastante comum não fosse pelo esporte que pratica: o rúgbi.

Adolescente utiliza metodologia do projeto Raízes do Futuro para melhorar sua escola
Inserida no projeto Raízes do Futuro, a adolescente Ione Mascarinha dos Santos faz parte dessa iniciativa do UNICEF e do Barclays que busca o desenvolvimento de habilidades e competências para inserção no mercado de trabalho de adolescentes e jovens.

Quando o esporte transforma vidas
Bruna Alvarenga, 15 anos, superou barreiras por meio do esporte e hoje atua com outros adolescentes para garantir esse direito a meninas e meninos.

Jovem acredita que pode fazer a diferença não só na sua comunidade, mas na cidade e no País como um todo
Alisson Rodrigues Cordeiro, de 18 anos, encara as escolas como grandes parceiras nas ações pela melhoria das condições de vida de sua comunidade, o Itaim Paulista, na Zona Leste de São Paulo.

Cultura transforma a vida de adolescente em Pedra Azul
Até o início de 2010, Danilo Ferreira, 17 anos, considerava-se desinteressado sobre os assuntos do município. No entanto, ao acompanhar o trabalho da Cia de Teatro Arte Vale, descobriu um sentimento que mudou a sua vida: o amor pela interpretação.

Adolescente de Itamarandiba se destaca pelo trabalho de mobilização social
Liliane Fróis Rocha, de 17 anos, é a fundadora e coordenadora do Grupo de Desenvolvimento dos Adolescentes de Itamarandiba (GDA-Ita), que conta atualmente com 25 participantes e discute assuntos relacionados ao Selo UNICEF e à adolescência.

Adolescentes se unem para ajudar a mudar os rumos do Semiárido
Aos 17 anos, Eloí Lucas Silva Mota iniciou sua atuação política motivado pelas atividades do Selo UNICEF Município Aprovado, em sua cidade, Mata Verde, localizado a 799 KM de Belo Horizonte, MG.

Tecnologia dá novo rumo à vida de adolescente do Semiárido mineiro
Enilson Francisco dos Santos, que aos 10 anos trabalhava na feira da cidade, hoje, aos 18, tem na internet, no rádio e no vídeo importantes aliados no esforço pela conquista de melhores condições de vida em seu município.

Adolescente resgata autoestima aprendendo com história que os livros não contam
Quando se olha no espelho, a adolescente Amanda sente orgulho de sua cor de pele e de seu cabelo encaracolado. Mas nem sempre foi assim. Como muitas das meninas de sua idade, já passou horas alisando os cachos, para sair de casa com as madeixas lisas.

“Preconceito não deveria existir”
Jefferson Fernandes, 14 anos, aluno da 9ª série de uma escola municipal de Parelhas (RN), é um adolescente com sonhos de adolescente, com gostos de adolescente, mas com uma rotina cultural riquíssima, que o torna diferente de muitos meninos de sua idade.

Adolescente atua pela melhoria das condições de vida de meninos e meninas em comunidade popular de Itaquaquecetuba
A participação de meninos e meninas como Raquel, 15 anos, é um dos diferenciais da Plataforma dos Centros Urbanos. Muitos são voluntários, interessados em participar do processo de transformação social proposto pela iniciativa.

Adolescente participante da Plataforma dos Centros Urbanos no Rio de Janeiro quer ser parte da transformação da sua comunidade
Quem conhece o adolescente Renato Gardel logo se encanta com sua gentileza e capacidade de comunicação. Ele tem apenas 18 anos, mas muita história para contar.

Participação política de adolescentes começa cedo no semiárido
Michelle Martins Rocha sempre teve na família exemplos de participação ativa na política do município. Na edição 2008 do Selo UNICEF Município Aprovado, integrou o grupo que desenvolveu o tema da Participação Política de Adolescentes e Orçamento Público.

Direto de Doutor Severiano para a Bolívia
Quem observa o pequeno André Rafael da Silva, 12 anos, nem imagina o movimento que ele faz no município de Doutor Severiano, localizado na zona oeste do estado do Rio Grande do Norte, a 490 km da capital, Natal.

Um jovem que faz a diferença
Wallace Gonçalves é um jovem de 18 anos, morador da Grota, comunidade do Complexo do Alemão, que há dois anos não tinha a menor idéia do que seria de sua vida.

Jovem acredita que a Plataforma dos Centros Urbanos será espaço de participação e oportunidades para a juventude
No Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro, Janice Delfim é bastante conhecida por sua atuação desde os 15 anos em projetos de promoção de saúde, lazer e cultura.

Adolescente aposta na participação de meninos e meninas na construção de uma cidade melhor para todos
Helber Pereira dos Santos, 17 anos, mora em São Paulo, a maior e mais influente cidade brasileira, e sente na pele alguns dos problemas enfrentados pela população do município.

Voz dos adolescentes: o rádio pela afirmação da cultura indígena
Gabriela, 14 anos, aproveita seu programa de rádio Viva a Vida! para, cada vez mais, aprofundar a discussão sobre etnia, meio ambiente, educação e cultura.

 

 
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