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Histórias de vida

"Devemos valorizar mais os alimentos saudáveis"
Ingrid Thais Castro Bandeira, 11 anos, mudou os hábitos alimentares da família depois que aprendeu sobre educação alimentar na sua escola, em Santarém (PA).

Na escola, aprendi a comer mais fruta, salada, verdura e legumes.
"Mãe, hoje na escola, eu aprendi uma coisa muito legal! Aprendi que as comidas mais importantes são as saladas, as verduras e os legumes", conta Polyane, 9 anos, de Santarém, no Pará.

Dois anos depois, Grazi continua a sorrir e lutar pela vida
Um dos primeiros bebês a nascer com a síndrome congênita do zika, Graziella Vitória – hoje com 2 anos – está vencendo todos os desafios com o apoio dos pais e do projeto Redes de Inclusão, criado pelo UNICEF e parceiros para apoiar crianças como Grazi.

After 2 years, Graziella keeps smiling and fighting for life
One of the first babies born with the Congenital Zika Syndrome, Graziella found at UNICEF the necessary support for overcoming all challenges. And our Facebook was essential on making her family believe and thrive.

Condenados ao nascer
Como é a vida de um bebê que nasceu e como será a de outro que está para nascer em um presídio em Pernambuco.

Um ano depois, crianças com a síndrome congênita do zika superam expectativas
Jeime Iara Leal, fisioterapeuta que acompanha as crianças desde o final de 2015, em Campina Grande, comemora os avanços e traça novas metas para cada uma.

Maria Cecília e Maria Alice, duas irmãs em busca de um diagnóstico
Até os 6 meses de vida, as gêmeas Maria Alice e Maria Cecília – hoje com 1 ano e 3 meses – só choravam e ninguém sabia o que era. A vida mudou quando foram diagnosticadas com a síndrome congênita do zika e encaminhadas ao atendimento correto.

Ingressar na creche: o novo desafio das crianças com a síndrome congênita do zika
Um ano após os primeiros casos da síndrome, crianças como Isabelly, 10 meses, se preparam para iniciar a vida escolar. No primeiro contato da bebê com a creche, em Campina Grande (PB), ficou claro que a proximidade entre família e creche será fundamental.

"Adotei o João Lucas e estou disposta a começar de novo"
Valéria já tinha um filho com deficiência quando foi conhecer o pequeno João Lucas. O menino, nascido havia três meses, morava com a mãe e outros seis irmãos em uma situação precária. Sensibilizada, Valéria passou a cuidar de João Lucas diariamente.

Heloá e Heloísa, a luta de uma mãe por suas filhas com a síndrome congênita do zika
Mãe de uma menina de 2 anos, Raquel Barbosa Gonzaga, moradora de Areia (PB) soube, no início da gravidez, que viriam mais dois bebês para compor a família. “Ainda não sabia que seriam duas meninas, só descobri na hora do parto”.

Guardiões Ambientais Mirins: Todos contra o zika e a favor da floresta
Alunos de uma escola quilombola na zona rural de Macapá (AP) aprendem desde cedo a combater o mosquito e cuidar do meio ambiente

Xô Zika! Combate ao Aedes vira parte da rotina escolar em Campina Grande
Vestida de preto, com asas nas costas e um grande ferrão prateado cobrindo as costas, a pequena Monique, 7 anos, é enfática: “Há várias coisas que podemos fazer em casa para nos livrarmos dos mosquitos. Xô, zika!”.

Uma mãe inspiradora e inovadora luta contra as sombras do zika
"Mães de crianças com microcefalia não precisam da pena", diz Germana, com um sorridente Guilherme nos braços. "Precisamos nos apoiar, compartilhar informações atualizadas e trabalhar para mudar a atitude de pessoas em relação a crianças com deficiência".

"Mãe, seu filho tem microcefalia"
Já se passaram quatro meses e Ana Paula ainda não conseguiu aceitar o diagnóstico de microcefalia em Danilo. É seu quarto filho. "Não tenho tempo de fazer mais nada. Não me alimento na hora certa, não durmo na hora certa. Está pesado."

O parto e os saberes tradicionais em Agrestina (PE)
Cícera Maria da Silva nasceu e se criou na comunidade de remanescentes quilombolas de Pé de Serra dos Mendes. O dom de ser parteira é uma herança familiar: a avó e a tia foram parteiras na comunidade. Cícera já ajudou mais de 1.800 crianças a nascer.

"Não vou abandonar minha neta e seu bebê"
O carpinteiro José viu nascer seus dois filhos, seus três netos e agora seu primeiro bisneto. Nascido há três meses, o pequenino é filho de sua neta Aline, que tem 19 anos. José cuida de Aline desde que ela perdeu o pai.

Filhos reencontram a mãe e conhecem novo irmãozinho
Com o bebê recém-nascido no colo e os olhos grudados no portão, Laís, 28 anos, aguardava ansiosa pela chegada dos outros filhos: dois meninos de 11 e 4 anos, e uma menina de 6. Eles não se viam há oito meses.

"Meu bebê está preso duas vezes (...) sem nunca ter cometido crime nenhum"
Tatiana, 31 anos, está no sexto mês de gravidez do quarto filho e nunca imaginou que sua gestação se daria dentro de um presídio. Porém, há cerca de dois meses, sua vida virou de cabeça para baixo.

Vida que brota e transforma
Para Deborah Duarte, 30 anos, trabalhar no Ifan, na Semana do Bebê e estar em contato com as temáticas da primeira infância trouxe mudanças positivas na sua postura de mãe de Pedro Henrique, 6 anos, e de Maria Cecília, que deve nascer muito em breve.

Amigas e vizinhas, jovens vivem os desafios da maternidade
Pâmela Luzia e Izabela têm muito em comum além dos 19 anos de idade. Vizinhas em Cidade Tiradentes, as amigas são mães de primeira viagem. Em ambos os casos, a gravidez não foi planejada, mas elas puderam contar com o apoio da família e do pai do bebê.

Semana do Bebê de Juazeiro mostra a importância do estreitamento de vínculos entre Silaide e o pequeno Kleverton
Silaide tem 27 anos e mora em Juazeiro (BA) com seu filho Kleverton, de 2 anos. Quando a prefeitura da cidade abriu 11 novas creches, Silaide comemorou a notícia. "Ele chega em casa, faz brincadeiras que eu não conhecia. Adoro brincar com ele."

Amamentação ajuda mãe a sair da depressão
Edivânia Teixeira dos Santos, 18 anos, teve seu primeiro filho aos 15 anos. Com depressão, ela não conseguia cuidar do seu bebê. A amamentação teve papel essencial para sua reaproximação com a maternidade.

Entre a dor e a alegria, morte e nascimento na história de Andreia
Duas décadas atrás, Andreia fez um longo tratamento com hormônios para ser mãe. Não deu certo e ela e o marido desistiram. "Mas, 20 anos depois, sem tratamento e depois da morte da minha mãe, fiz o teste e descobri que estava grávida".

Buscar informação é o segredo das mães Alice e Monalisa
Monalisa, 33 anos, e Alice, 20 anos, compartilharam as suas experiências em uma roda de conversa com adolescentes gestantes, uma das atividades da Semana do Bebê de Cidade Tiradentes, realizada em abril de 2015 no município de São Paulo.

Cintia Siqueira da Silva: Mãe adolescente e mãe adulta, ela conta como passou pela experiência em diferentes momentos da vida
Cintia teve seu primeiro filho, Henrique, aos 15 anos de idade. Hoje, aos 29 anos, ela é mãe também de Agata Vitória, de 2 anos e 8 meses, e de Hércules Patrick, de 5 meses, e compartilha as suas experiências ao ser mãe adolescente e já adulta.

Bancos de leite materno: abertos para doações e utilização por mães "cangurus" e outras mães
"Agora meu bebê e eu estamos desfrutando os benefícios do banco de leite materno", diz Paula Nunes, de 34 anos, que recentemente deu à luz Alice Maria, nascida prematuramente no Hospital Cesar Cals, em Fortaleza.

Reduzindo a mortalidade infantil, as cruzes azuis e o toque dos sinos das igrejas pelos "anjinhos" do Brasil
No Ceará, no fim dos anos 80, cerca de um bebê a cada dez morria antes de completar 1 ano, e apareciam cada vez mais cruzes azuis nos cemitérios. Anamaria Cavalcante ajudou a conduzir os esforços para reverter a situação de mortalidade infantil no Estado.

Na linha de frente no Brasil para reduzir a mortalidade de menores de 5 anos por três gerações
Aos 56 anos de idade e após 23 anos de visitas diárias a famílias que vivem em sua comunidade pobre nos arredores de Fortaleza (CE), Graça Campos tem estado na linha de frente da luta para reduzir a mortalidade na infância no Brasil.

Conheça Nicole: uma superagente brasileira de Saúde Infantil
Com apenas 9 anos de idade, Nicole já é uma superagente brasileira de Saúde Infantil. No Brasil, esse programa de educação em saúde realizado por crianças, para crianças, vem-se expandindo para outras escolas, baseado no programa de agentes de saúde.

Mães sociais ajudam a "limpar a área" para reduzir a mortalidade de menores de 5 anos no Brasil
Usar uma vassoura como arma talvez não pareça ser a melhor maneira de reduzir as taxas de mortalidade na infância. No entanto, um programa novo e criativo implementado em Sobral, no Ceará – o Mãe Social – vem provando a eficácia dessa abordagem simples.

Família Brasileira Fortalecida: estratégia para melhorar as competências familiares
Kit do UNICEF possibilita novas formas de levar saúde ao dia-a-dia de mães e filhos, como Nívea e Mara Beatriz, no Ceará.

 

 

 

 

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