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Amamentação exclusiva nos primeiros seis meses pode evitar até 13 por cento das mortes em crianças recém nascidas

© UNICEF/MOZA02483/T.Delvigne-Jean
Uma mãe amamenta a sua criança. Distrito de Marracuene, Província de Maputo.

Maputo, 1 de Agosto de 2008 – No âmbito da semana mundial do aleitamento materno, que se celebra de 1 a 7 de Agosto, o UNICEF e parceiros apelam para que as mães sejam apoiadas e encorajadas a amamentar as suas crianças de forma exclusiva até aos seis meses de vida.

“O leite materno proporciona uma fonte completa de nutrição durante os primeiros seis meses de vida e protege as crianças contra doenças diarreicas e infecções respiratórias. A amamentação é também importante  na formação de laços afectivos entre a mãe e a criança” disse Leila Pakkala, Representante do UNICEF em Moçambique.

Estudos demonstram que uma criança que não é amamentada e vive em situações precárias de saneamento e higiene, particularmente nos países em desenvolvimento, é mais propensa a morrer devido a doenças diarreicas e pneumonia do que uma criança amamentada.

O aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses pode evitar até 13 por cento das mortes em crianças menores de 5 anos, propicia um melhor desenvolvimento neurológico da criança e uma melhor protecção contra diversas doenças crónicas  ao longo da vida.

Acções têm vindo a ser desenvolvidas em Moçambique com vista a encorajar as mães dar leite do peito às suas crianças. Em Novembro de 2005 o Governo adoptou o Código Nacional de Comercialização de Substitutos do Leite Materno, que promove o aleitamento materno e não permite a publicidade e comercialização inapropriada dos seus substitutos.

O programa de Prevenção da Transmissão Vertical (PTV) do HIV aconselha também as mães sobre as melhores opções no que respeita a alimentação dos bebés. Apenas quando a alimentação alternativa é aceitavel, viável, acessível e sustentável e segura é recomendado às mães seropositivas que evitem completamente a amamentação.

Para as mães seropositivas que optem por amamentar, recomenda-se a amamentação exclusiva durante seis meses, devendo depois interrompê-la o mais cedo possível para minimizar o risco de transmissão de HIV à criança.

A alimentação mista antes dos 3 meses de idade em bebés nascidos de mães seropositivas está associada a um risco quatro vezes maior de transmissão pós-natal aos 6 meses, em comparação com amamentação exclusiva.

No entanto, embora a maioria das crianças no país sejam amamentadas, os dados nacionais mais recentes indicam que somente 30 por cento das crianças são amamentadas exclusivamente até aos seis meses em Moçambique. A amamentação exclusiva é mais elevada nas zonas rurais – 32 por cento – do que nas zonas urbanas – 25 por cento.
 
O UNICEF, em colaboração com outros parceiros, tem estado a apoiar o Governo na promoção das melhores práticas de aleitamento materno, através dos agentes de saúde, grupos de apoio às mulheres grávidas e mães seropositivas, fazedores de políticas e a ao nível da comunidade.

 

 
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