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Dia Mundial da Malária: juntos no combate à doença que tira a vida das crianças

© UNICEF Moçambique/ James Elder
Mãe sob uma rede mosquiteira distribuida pelo UNICEF.

Maputo, Abril de 2008 – No dia 25 de Abril, o mundo junta-se para celebrar o primeiro Dia Mundial da Malária. O tema das celebrações este ano é “doença sem fronteiras”. A malária continua a ser a principal causa de morte de crianças em Moçambique. Estima-se que cerca de 36.000 crianças morrem de malária todos os anos. Esta doença é também responsável por cerca de 40 por cento das consultas externas e 60 por cento das hospitalizações de crianças menores de 5 anos.

Em Moçambique, o Programa Nacional de Controlo da Malária, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, tem estado a implementar intervenções conjuntas com vários parceiros para mobilizar e apoiar as comunidades no país no tratamento e prevenção da doença.
 
O programa providencia tratamento da malária através da Terapia Combinada da Artemisinina – o melhor tratamento actualmente disponível – e testes rápidos de malária em todas as unidades de saúde, e controlo e prevenção da malária principalmente através da pulverização intradomiciliária e distribuição e promoção do uso de redes mosquiteiras.
 
Somente no ano passado, mais de um milhão e quinhentas mil redes mosquiteiras foram distribuidas pelo Ministério da Saúde, com o apoio do UNICEF, PSI e Malaria Consortium. Estratégias têm sido desenvolvidas para assegurar que as redes alcançam os mais vulneráveis, principalmente crianças menores de cinco anos e mulheres grávidas. 

Campanhas de distribuição de redes mosquiteiras foram lançadas nos meses de Outubro a Dezembro do ano passado, distribuindo mais de 697.000 redes mosquiteiras, juntamente com outras intervenções de saúde como a suplementação com vitamina A a crianças menores de 5 anos. Para além disso, mais de 425.000 redes mosquiteiras foram distribuidas nos centros de saúde a mulheres grávidas, como parte das consultas pré-natais de rotina.

© UNICEF Moçambique/ Emidio Machiana
No Segundo dia da “Feira da Malária” em Maputo, um participante observa a informação disponibilizada sobre intervenções contra a malária no país.

Através do Ministério da Mulher e Acção Social, mais de 52.000 redes mosquiteiras alcançaram crianças tornadas órfãs e vulneráveis em vários distritos.

Como parte da resposta de emergência em 2007, que afectou cerca de 285.000 pessoas ao longo do Vale do Rio Zambeze, mais de 88.000 redes mosquiteiras foram disponibilizadas às famílias afectadas em centros de acomodação. Na resposta de emergência às cheias ocorridas em 2008, mais 95.000 redes mosquiteiras foram distribuidas nestes centros.  

O sector privado está também cada vez mais envolvido na distribuição de redes mosquiteiras. No ano passado, empresas privadas foram responsáveis pela distribuição de mais de 285.000 redes ao longo do país.

No âmbito das celebrações do dia Mundial da Malária este ano, foi organizada uma “Feira da Malária em Maputo de 21 a 25 de Abril, juntando o Ministério da Saúde e parceiros como USAID-PMI, DFID, UNICEF, OMS, Malaria Consortium, PSI, Delivery Project, Cruz Vermelha e organizações da sociedade civil como a “Fazer Recuar a Malária” (Roll Back Malaria), e várias companhias privadas envolvidas no combate à malária. O evento é uma oportunidade para em conjunto providenciar informação e partilhar experiências sobre as intervenções em curso.

Está também a ser organizado um seminário de um dia pela “Rede de Jornalistas Africanos de Pesquisa de Malaria-Moçambique”, para o dia 25 de Abril. O UNICEF participa desta iniciativa promovendo um debate em torno da cobertura jornalística de assuntos relacionados com a malária e como os media podem melhor apoiar os esforços nacionais de resposta à esta doença endémica.

 

 
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