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Criar parcerias para prestar apoio aos deslocados das cheias no vale do Zambeze

© UNICEF/HQ08-0038/Delvigne Jean
Uma funcionária do UNICEF com uma menina deslocada devido às cheias no Centro de Reassentamento de Baue, no Distrito de Mutarara. O centro foi estabelecido depois das cheias do ano 2007.

MUTARA, Moçambique, 23 de Janeiro de 2008 – Mais de 96.400 pessoas continuam deslocadas das suas casas devido a fortes chuvas sazonais à medida que as águas continuam a subir ao longo do vasto Vale do Rio Zambeze. O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades de Moçambique apenas registou até agora sete mortes, no entanto, é necessário apoio para os milhares de pessoas que ainda estão à procura de abrigo nos centros de reassentamento.

Anita e Tomás Serrão foram separados do resto da sua família quando os barcos de resgate evacuaram o casal e os seus vizinhos das suas casas alagadas para o centro de reassentamento em Mutarara.

“Perdemos tudo na nossa casa – panelas, roupas, tudo” disse Anita. “Agora só queremos poder encontrar o resto da família de novo.”

Criar parceiras para ajudar as pessoas afectadas pelas cheias

As autoridades Moçambicanas têm liderado os esforços de ajuda, coordenando de perto com agências das NU. As operações de busca e salvamento estão a decorrer em capacidade total em áreas como Caia e Mutarara, onde o nível do Rio Zambeze continua a exceder os níveis de alerta.
 
O abastecimento de comida, latrinas, coberturas de plástico e latas foi pré-posicionado em armazéns e está a ser distribuído aos abrigos temporários. A ajuda está a começar a atingir áreas mais inacessíveis por camião e barco, onde o UNICEF está também a distribuir 15,000 redes mosquiteiras tratadas e kits de tratamento da água.

Desafios a enfrentar

Muitos Moçambicanos ainda não recuperaram das cheias do ano passado e ainda estão a utilizar mantimentos de operações de apoio anteriores. Mesmo nas melhores alturas, as casas das pessoas que vivem ao longo do Rio Zambeze estão sob ameaça de fortes chuvas sazonais e padrões temporais erráticos.

Para além disso, as chuvas deixaram muitos campos de milho submersos nos países vizinhos do Zimbabwe, Zâmbia e Malawi.

As próximas semanas irão ainda apresentar desafios à medida que os residentes aguardam pelas piores chuvas, que devem cair em meados de Fevereiro.

Domingos Chiconela, Responsável do Projecto para a Promoção da Água, Saneamento e Higiene em Maputo disse: “Nós estamos a concentrar-nos agora na formação de pessoas aqui para lidarem com assuntos como doenças transportadas pela água, a utilização correcta das latrinas e lavar as mãos, para quando deixarmos esta área, os locais tenham a capacidade de lidar com esta emergência”

 

 

 

 

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