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Dar atenção aos ignorados: o UNICEF insta a falar-se com mais força e a tomar-se medidas urgentes para combater a violência contra as crianças

Dar atenção aos ignorados: o UNICEF insta a falar-se com mais força e a tomar-se medidas urgentes para combater a violência contra as crianças
© UNICEF Moçambique/2013/Michal Josephy

NOVA IORQUE, 31 de Julho de 2013 – Com muita frequência, a violência contra as crianças não se vê, não se faz ouvir, não é denunciada e é ignorada, disse hoje o UNICEF, ao anunciar uma iniciativa que insta os cidadãos em geral, os legisladores e os governos para falarem com mais força para combater a violência contra as crianças.

A iniciativa baseia-se na crescente indignação popular que eclodiu na sequência de ataques horrendos contra crianças, como o atentado a tiros que ocorreu, no Paquistão, em Outubro de 2012 contra Malala Yousafzai, então com 14 anos de idade, a morte por disparos de 26 alunos e professores em Newtown, Connecticut, em Dezembro de 2012 e os estupros de meninas na Índia e na África do Sul em 2013.

"Em todos os países, em todas as culturas, há violência contra as crianças", disse o Director Executivo do UNICEF, Anthony Lake. "Em qualquer momento e em qualquer lugar onde as crianças são prejudicadas, a nossa indignação e raiva devem ser vistas e ouvidas. Temos que denunciar e cuidar dos ignorados".

Esta é a mensagem subjacente no momento do lançamento da Iniciativa de acabar com a violência contra as crianças. A iniciativa insta as pessoas em todo o mundo a reconhecerem a violência contra as crianças, e a participarem em movimentos globais, nacionais ou locais para pôr-lhe fim e reunir novas ideias para centrar a acção colectiva nesse objectivo. Nós temos o poder de lutar contra a violência agora, diz UNICEF, e a organização junta a sua voz para unir-se aos muitos esforços já em curso a nível global.

A iniciativa foi lançada usando um vídeo de grande alcance narrado pelo actor e Embaixador de Boa Vontade do UNICEF, Liam Neeson, que mostra o espectador uma série de cenas que representam a violência ignorada.

"Esta é uma menina de 15 anos a ser violada em grupo", diz ele, à medida que a câmara se move através de um terreno baldio. "Este professor está a bater num menino que falou na sala de aulas, voltado para trás, enquanto o restante dos colegas observam", diz ele, à medida que novas cenas se desenrolam.

"Só porque você desconhece a existência da violência contra as crianças não significa que ela não exista", diz Neeson."Dê atenção aos ignorados. Ajude-nos a acabar com a violência contra as crianças. Junte-se a nós. Denuncie."

A necessidade de acção colectiva urgente é sublinhada mesmo pelas limitadas estatísticas disponíveis, que apontam para a escala e a extensão da violência. Por exemplo, cerca de 150 milhões de raparigas e 73 milhões de rapazes menores de 18 anos foram vítimas de violência e exploração sexual, de acordo com a OMS, e cerca de 1,2 milhões de crianças são traficadas a cada ano, de acordo com um relatório da OIT de 2005.

A violência inflige não apenas ferimentos físicos, mas deixa cicatrizes psicológicas nas crianças. Ela afecta sua saúde física e mental, compromete a sua capacidade de aprender e de se socializar e prejudica o seu desenvolvimento.

Um microsite especial e uma campanha nas redes de comunicação social delineiam diversas formas para que as crianças, os pais e as mães e as comunidades tomem medidas mormente participando, informando-se, organizando actividades e fóruns de discussão pública, apoiando as crianças vítimas de violência e trabalhando com os parceiros do UNICEF aos níveis global e local.

A protecção de crianças é o cerne do mandato do UNICEF. A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança especifica que todas as crianças, em toda a parte, têm o direito de ser protegidas contra todas as formas de violência.

Siga esta campanha nos nossos canais do Twitter e Facebook.

Video: "Ajude-nos a acabar com a violência contra as crianças" - Liam Neeson

Video: Tolerância Zero Contra Abuso Sexual da Criança: Primeira Dama Maria Da Luz Guebuza

Video: Tolerância Zero Contra Abuso Sexual da Criança: Joaquim Chissano

Video: Tolerância Zero Contra Abuso Sexual da Criança: Luisa Diogo

Video: Tolerância Zero Contra Abuso Sexual da Criança: Stewart Sukuma

Video: Tolerância Zero Contra Abuso Sexual da Criança: Mingas

Para mais informações, favor contactar: 

Patricia Nakell, UNICEF Moçambique, tel: (+258) 21 481 100; 
email: pnakell@unicef.org;

Gabriel Pereira, UNICEF Moçambique, tel: (+258) 21 481 100; 
e-mail: gpereira@unicef.org

 

 

 

 

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