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Celebra-se no país Semana Mundial do Aleitamento Materno

Maputo, 05 de Agosto de 2009 – Celebra-se de 1 a 7 de Agosto a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Por esta ocasião, as autoridades nacionais, parceiros de desenvolvimento e sociedade civil juntam-se uma vez mais no reforço das acções de sensibilização sobre os benefícios que o leite materno traz para a criança, para a mãe e para a sociedade, em apoio à Campanha Nacional de Promoção do Aleitamento Materno, lançado pelo Ministério da Saúde. 

“A Campanha Nacional do Aleitamento Materno é uma intervenção bastante abrangente e pertinente. Congratulamos o Ministério da Saúde por esta iniciativa e incentivamos a participação e apoio de todos os parceiros, por forma a assegurar um efectiva e duradoura promoção do aleitamento materno no país”, disse a Representante do UNICEF, Leila Pakkala, reiterando o apoio técnico e financeiro do UNICEF para a implementação desta campanha.

Em Moçambique, estima-se que apenas 65 por cento dos recém-nascidos são amamentados na primeira hora após o parto e apenas 30 por cento das crianças abaixo dos seis meses de idade recebem aleitamento materno exclusivo. Muitas mães no país dão aos seus filhos recém nascidos medicamentos tradicionais, água e “papas”.

Em resposta, e como parte da campanha nacional que iniciou no dia 1 de Agosto corrente e irá decorrer durante um ano, estão previstas acções que incluem a capacitação de profissionais de saúde, de activistas e de órgãos de comunicação social sobre a alimentação infantil, e várias intervenções de sensibilização pública sobre a importância e as boas práticas do aleitamento materno. 
 
Espera-se que esta campanha nacional não só informe as mães sobre a importância de amamentar o seu bebé mas, também, mobilize os membros da família e da comunidade, incluindo empresários e empregadores para que esse direito seja efectivamente garantido à mulher moçambicana. A legislação nacional deve criar condições para que todas as mulheres tenham a possibilidade de oferecer aleitamento materno exclusivo durante os primeiros 6 meses de vida da criança.

Estudos mostram que o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses, seguido da introdução, a partir dos seis meses, de uma alimentação complementar adequada e com a continuação do aleitamento materno até aos 24 meses ou mais de idade, é a mais eficaz intervenção de saúde preventiva.

“O aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida reduz o número de mortes causadas por infecções respiratórias agudas e diarreias, e por outras doenças infecciosas tais como a pneumonia e as infecções gástricas e intestinais, e a desnutrição. Contribui também para a prevenção do cancro da mama na mãe, para o desenvolvimento neurológico da criança e cria uma maior ligação e afecto entre a mãe e a criança”, disse a Representante do UNICEF, Leila Pakkala.

Estima-se que o aleitamento materno não exclusivo nos primeiros seis meses de vida resulta em mais de um milhão de mortes de crianças por ano no mundo. Embora se verifique algum progresso nos últimos 15 anos, somente 38 por cento dos bebés menores de 6 meses de vida são amamentados a nível global.

Para mais informações queira contactar:

Gabriel Pereira, Oficial de Comunicação, UNICEF, Tel : (+258) 21 481 181; Cel: (+258) 82 316 5390;
email: gpereira@unicef.org

Emídio Machiana, Oficial de Comunicação, UNICEF, Tel: (+258) 21 481 180; Cel: (+258) 82 030 5100;
email: emachiana@unicef.org

 

 
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