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UNICEF em ação na América Latina e no Caribe

Menino indígena Quechua bebe água direto da torneira
© UNICEF/HQ97-0374/Balaguer

As ameaças à sobrevivência e ao desenvolvimento infantil

Na América Latina e no Caribe, o UNICEF concentra seus programas e ações na resposta a seis ameaças significativas à infância:

  • Disparidades – 60% das crianças menores de 12 anos e 50% dos adolescentes entre 13 e 19 anos vivem em situação de pobreza.
  • Exclusão – Atinge, sobretudo, os jovens que vivem com HIV/aids, que possuem alguma deficiência ou que sejam indígenas ou afrodescentes. Na América Latina, umas das regiões do mundo com a maior diversidade cultural, vivem aproximadamente 50 milhões de indígenas e 150 milhões de afrodescendentes, dos quais, cerca da metade tem menos de 18 anos. As crianças dessas comunidades possuem taxas de desnutrição elevadas, além de contarem com acesso limitado ou, muita vezes, inexistentes a serviços básicos.  
  • Desnutrição crônica – Se a desnutrição aguda e grave equivale a uma sentença de morte, a desnutrição crônica é uma prisão perpétua. A alta incidência desse tipo de desnutrição, como um problema prolongado e persistente (que atinge uma a cada cinco crianças), afeta negativamente o crescimento infantil de várias formas: o baixo peso ao nascer, o atraso no crescimento e as doenças freqüentes.
  • Violência – Cerca de 85 mil crianças morrem anualmente em decorrência da violência doméstica. A violência atinge, aproximadamente, 6 milhões de meninas e meninos.
  • HIV/aids – O Caribe é a região com a segunda maior taxa de prevalência do HIV no mundo, ficando atrás somente da África ao sul do Saara. Cada vez mais, o vírus da aids atinge mulheres e adolescentes.
  • Emergências – Situações emergenciais são comuns, uma vez que desastres naturais, como furacões e inundações, ocorrem todos os anos na América Latina. Sem exceção, esses dias de devastação criam dias de miséria.

 

 
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