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Protegendo aqueles que trabalham na proteção das crianças e suas famílias: Anthony Lake, diretor executivo do UNICEF

Pronunciamento pelo Dia Mundial da Ação Humanitária

Em geral, o trabalho humanitário é perigoso. As pessoas que se dedicam a prestar ajuda normalmente enfrentam condições adversas e se submetem a grandes riscos para salvar vidas, reconstruir comunidades e trabalhar em meio a conflitos, catástrofes e crises.

Essas emergências vêm aumentando tanto em frequência quanto em complexidade, o que representa um risco adicional para os trabalhadores humanitários – e a mortalidade entre eles tem aumentado na mesma proporção.

Consideremos apenas o último mês:

No Sudão do Sul, trabalhadores humanitários foram mortos por brigadas armadas enquanto apoiavam a missão destinada a alcançar crianças desnutridas, antes que fosse tarde demais.

Em Gaza, trabalhadores assistenciais perderam a vida durante bombardeios realizados enquanto cuidavam de pessoas doentes, feridas ou à beira da morte, ou confortavam as famílias dos mortos.

Em Serra Leoa, na Libéria e na Guiné, trabalhadores da área de saúde que tentavam desesperadamente salvar vítimas da epidemia do ebola sucumbiram, eles próprios, ao vírus. E outros continuam expostos por estar trabalhando para interromper a propagação da doença.

Isso tudo em apenas algumas semanas; muitas outras vidas foram perdidas ao longo dos doze meses anteriores. O ano de 2013 registrou o maior número de baixas entre os trabalhadores humanitários. No início deste ano, um ataque a um restaurante no Afeganistão matou quatro trabalhadores, incluindo dois colegas do UNICEF, um da área de nutrição e outro da área de saúde.

A perda desses heróis significa uma perda para toda a comunidade humanitária – e para o mundo. No Dia Mundial da Ação Humanitária, choramos sua morte e reconhecemos seu sacrifício. Honramos a dedicação de todos esses bravos homens e mulheres que continuam fazendo seu trabalho diariamente, a despeito dos riscos – a serviço de nossa causa comum: um mundo mais seguro, mais justo e mais pacífico.

Mas devemos fazer mais do que homenagear nossos colegas e amigos. Devemos demandar proteção sempre que for possível para aqueles que protegem a vida dos outros, e para quem mais precisa de proteção: as crianças. Pois o recrudescimento das crises humanitárias não pode dar espaço ao enfraquecimento do nosso senso comum de humanidade.

Anthony Lake, diretor executivo do UNICEF
Nova Iorque, 19 de agosto de 2014
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Sobre o Dia Mundial da Ação Humanitária
Em dezembro de 2008, a sexagésima-terceira sessão da Assembleia Geral da ONU declarou o dia 19 de agosto como Dia Mundial da Ação Humanitária. Esse foi o dia do brutal ataque terrorista à sede da ONU em Bagdá, em 2003, quando morreram 22 pessoas, incluindo o representante especial do secretário-geral da ONU para o Iraque, Sergio Vieira de Mello. O Dia Mundial da Ação Humanitária homenageia todos aqueles que perderam a vida no serviço humanitário e aqueles que continuam a levar assistência e alívio a milhões de pessoas. O Dia Mundial também se destina a chamar atenção para as necessidades humanitárias em todo o mundo e para a importância da cooperação internacional no atendimento dessas necessidades.

Sergio Vieira de Mello
O brasileiro Sergio Vieira de Mello iniciou sua carreira nas Nações Unidas como funcionário do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur), agência para a qual trabalhou por 30 anos e pela qual serviu em diversas operações humanitárias pelo mundo.
Em 27 de maio de 2003, foi anunciada sua nomeação como representante especial da ONU para o Iraque, por indicação do então secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan. Sergio Vieira de Mello perdeu a vida no dia 19 de agosto de 2003, junto com outras 21 pessoas, no atentado terrorista ao Hotel Canal, que era usado como sede da ONU em Bagdá (Iraque).

Leia também: Selo em homenagem a Sergio Viera de Mello é lançado em Brasília no Dia Mundial da Ação Humanitária.


Sobre o UNICEF
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Juntamente com os nossos parceiros, trabalhamos em 190 países e territórios para transformar esse nosso compromisso em ações concretas que beneficiem todas as crianças, em qualquer parte do mundo, concentrando especialmente os nossos esforços para chegar às crianças mais vulneráveis e excluídas.

Para mais informações:
Assessoria de Comunicação do UNICEF em Nova Iorque
Rita Ann Wallace
Telefone: 1 212 326 7586 ou +1 917 213 4034
E-mail: rwallace@unicef.org

Assessoria de Comunicação do UNICEF no Brasil
Alexandre Amorim
Telefone: (61) 3035 1947
E-mail: aamorim@unicef.org

 

 
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