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Para eliminar o trabalho infantil, é preciso atacar as raízes desse problema, diz o UNICEF

Brasília, 8 de outubro de 2013 – No lançamento da III Conferência Global sobre Trabalho Infantil, que está sendo realizada de 8 a 10 de outubro, em Brasília, o UNICEF afirma que uma abordagem integrada envolvendo governos, organizações internacionais, sociedade civil, setor privado, crianças e adolescentes e suas famílias é a chave para a eliminação do trabalho infantil.
 
O UNICEF celebrou os recentes dados divulgados pela OIT mostrando que o trabalho infantil de crianças de 5 a 17 anos caiu em um terço desde 2000, de 246 milhões a 168 milhões. Essa é uma boa notícia uma vez que o trabalho infantil é uma grave violação dos direitos da criança, com consequências negativas ao longo da vida em relação ao desenvolvimento físico, mental e social de meninas e meninos (Leia o relatório da OIT na íntegra).

No entanto, a queda na taxa ainda não é suficiente para que seja alcançada a meta de eliminar as piores formas de trabalho infantil até 2016.
 
Em um novo relatório do UNICEF – Child Labour and UNICEF in Action: Children at the Centre –, a agência da ONU diz que mais progresso pode ser feito se as causas do trabalho infantil forem atacadas de uma forma holística. Os formuladores de políticas públicas e defensores da área de direitos devem levar em consideração todas as vulnerabilidades e desafios relacionados à proteção.

"Nós não podemos enfrentar o trabalho infantil de forma isolada e esperar resultados espetaculares", disse Susan Bissell, chefe global da área de Proteção do UNICEF. "Esta conferência é uma oportunidade para enfatizar a necessidade urgente de combinar nossos esforços para combater o trabalho infantil, eliminar a violência contra as crianças e fortalecer os sistemas nacionais para a proteção das crianças."

As várias vulnerabilidades das crianças nem sempre são levadas em consideração na concepção e implementação de programas contra o trabalho infantil. Por exemplo, o número de crianças pedindo esmolas nas ruas ou de crianças fora da escola não pode ser significativamente reduzido sem também se olhar para os problemas em casa ou nas escolas que as obrigaram a ir para as ruas.

As crianças muitas vezes enfrentam múltiplos riscos de uma só vez .
 
"A criança em risco de ser traficadas também podem estar em conflito com a lei, enfrentando violência em casa, ser órfãs, ou ter uma deficiência", disse Bissell . "Isso significa que temos que resolver seus problemas levando em consideração diversos ângulos ao mesmo tempo."

A abordagem do UNICEF para a prevenção e o enfrentamento do trabalho infantil envolve dar acesso a serviços básicos, fortalecer sistemas nacionais de proteção à criança e promover uma mudança social.
 
O UNICEF tem trabalhado com os governos de vários países para a implantação de programas de enfrentamento do trabalho infantil.

No Nepal, por exemplo, o UNICEF tem focado seus esforços no desenvolvimento de um sistema abrangente de proteção à criança em áreas urbanas. Como resultado, mais de 9 mil crianças envolvidas em algumas das piores formas de trabalho infantil e separadas de suas famílias voltaram para elas e receberam abrigo, alimentos, roupas e cuidados de saúde.

Além de receber aconselhamento psicossocial, apoio com os pais e os empregadores e ajuda jurídica, meninas e meninos receberam dinheiro para voltar para a escola ou para sua formação profissional. Suas famílias também tiveram apoio para poder gerar renda e aliviar seus problemas financeiros. Outras 10 mil crianças em risco, juntamente com suas famílias, receberam aconselhamento e apoio para continuar seus estudos.

O UNICEF enfatiza que a ação contra o trabalho infantil deve estar interligada assim como suas causas. Isso envolve o apoio às famílias, a melhoria da qualidade da educação, a prevenção da violência nos lares e nas escolas, o enfrentamento da pobreza e das iniquidades e a mudança na cultura que trata o trabalho infantil como algo natural. Dessa forma, todas as crianças podem aproveitar uma infância que os pais sempre desejam oferecer.

Acompanhe a III Conferência Global sobre Trabalho Infantil ao vivo pelo site http://www.childlabourdialogues.org/

Participe da Marcha Virtual por um mundo livre do trabalho infantil!

Para mais informações:
Assessoria de Comunicação do UNICEF
Rita Ann Wallace
Sede do UNICEF em Nova Iorque
Telefone: 1 212-326-7586 ou celular: 1 917-213-4034
E-mail: rwallace@unicef.org

Estela Caparelli
Escritório do Representante do UNICEF no Brasil
Telefone: 61 3035 1963
E-mail: mecaparelli@unicef.org

 

 

 

 

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