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Parceiros internacionais procuram reduzir as desigualdades que levam à mortalidade materna e infantil nas Américas

Cidade do Panamá/Washington, 27 de agosto de 2013 – Os países da América Latina e do Caribe reduziram significativamente a mortalidade materna e infantil ao longo das últimas duas décadas. Mas muitas mães e crianças continuam a morrer de causas evitáveis, especialmente entre as populações de baixa renda e marginalizadas.

Para abordar esse problema, o Governo do Panamá será o anfitrião de uma conferência de alto nível que está sendo organizada em parceria por sete agências internacionais e será realizada na Cidade do Panamá, de 10 a 12 setembro. Seu objetivo é mobilizar a região da América Latina e do Caribe para reduzir rapidamente as disparidades que contribuem para a mortalidade materna e infantil e fortalecer a cooperação regional para melhorar a saúde de mães e crianças.

A conferência, "Uma promessa renovada para as Américas: Reduzir as iniquidades em saúde reprodutiva, materna e infantil", será um fórum regional para celebrar os sucessos; revisar as tendências em saúde reprodutiva, materna, da criança e do adolescente nas Américas; e identificar as principais intervenções e abordagens para a superação das iniquidades em saúde.

Mortalidade materna e infantil
Em nível regional, a mortalidade materna caiu 42,9% nas Américas entre 1990 e 2010. Mas os declínios em mortes maternas variam substancialmente entre os países e entre grupos sociais, econômicos, étnicos dentro dos países. As adolescentes de baixa renda têm um risco maior de morrer de causas relacionadas à gravidez do que as adolescentes dos grupos mais privilegiados. Mulheres indígenas, mulheres pobres e aquelas com acesso limitado à educação também enfrentam maiores riscos de morte.

A situação é semelhante no que diz respeito à mortalidade infantil: embora tenha havido um declínio de 57,2% na mortalidade infantil entre 1990 e 2010, as crianças de famílias de baixa renda ainda têm cinco vezes mais probabilidade de morrer antes dos 5 anos do que aquelas de famílias de renda mais alta. A maioria dessas mortes é evitável.

Essas desigualdades tornam difícil para as Américas atingir plenamente os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de reduzir a mortalidade materna em 75% e a mortalidade infantil em dois terços entre 1990 e 2015.

Durante a conferência "Uma promessa renovada", espera-se que os participantes assinem a "Declaração do Panamá", renovando seu compromisso com a redução das desigualdades em saúde materna e infantil. Espera-se também que eles produzam um roteiro regional para reforçar a coordenação e a mobilização de recursos para reduzir as iniquidades e acelerar a redução da mortalidade materna e infantil nas Américas.

A reunião está sendo convocada pelo Governo do Panamá, com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (Unaids), do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), do Escritório Regional para a América Latina e o Caribe do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF Tacro), da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) e do Banco Mundial.

A conferência regional vem no seguimento de uma iniciativa global lançada em 2012 por representantes de mais de 80 países, bem como organizações da sociedade civil, que fizeram um chamado à ação pela sobrevivência infantil. Essa iniciativa, conhecida como "Uma promessa renovada", promove esforços para melhorar a saúde reprodutiva, materna e infantil. Até agosto de 2013, 175 governos, incluindo 32 da América Latina e do Caribe, já tinham assinado o compromisso e várias conferências regionais haviam sido realizadas para preparar roteiros para ajudar os países a acelerar os avanços em saúde materna e infantil.

Mais informações em www.apromiserenewedamericas.org

 

 

 
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