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Delegações governamentais discutem possibilidades para cooperação horizontal em Redução do Risco de Desastres, com foco em crianças e adolescentes

Com participantes de diversos países, as iniciativas de Redução do Risco de Desastres com foco em crianças e adolescentes foram discutidas numa abordagem multissetorial

© Divulgação

Genebra, Suíça, 23 de maio de 2013 – Como parte da “IV Plataforma Global sobre Redução do Risco de Desastres”, ocorrida em Genebra de 19 a 23 de maio, foi organizado um workshop sobre Cooperação Sul-Sul, com a participação de delegações dos governos do Brasil, Índia, México, Equador, Jamaica, Cuba, Panamá, Armênia e Níger, bem como de organismos internacionais.

A Plataforma Global é um evento bienal intergovernamental em Redução do Risco de Desastres (DRR), que conta com a participação de representantes políticos de alto escalão de governos nacionais, organismos internacionais e sociedade civil.

O workshop sobre Cooperação Sul-Sul, organizado pelo UNICEF e pela ONG RET (Refugee Education Trust – Protecting Through Education), facilitou a identificação de pontos fortes e as necessidades dos países participantes nas áreas de DRR e resiliência. Além disso, a troca de experiências em estratégias e ações concretas entre as delegações de países criou um ambiente propício para a cooperação horizontal entre os participantes, trazendo dados para um plano de ação futuro que permitirá a continuação dessa troca e o aprimoramento mútuo.

Boas práticas e orientação em Redução do Risco de Desastres
Durante o workshop, foi estimulada a troca de boas práticas e lições aprendidas, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas relacionadas ao tema da Redução do Risco de Desastres, com foco em crianças e adolescentes, com uma abordagem multissetorial.

Os governos do Brasil, Índia e Cuba compartilharam suas bem-sucedidas iniciativas e abordagens nessa área, e os demais participantes demonstraram grande entusiasmo em uma futura cooperação para a troca de boas práticas e lições aprendidas.

No caso do Brasil, em 2012, foi lançado o Protocolo Nacional para a Proteção Integral de Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres, desenvolvido pelo governo federal, com apoio técnico do UNICEF. Os ministérios da Saúde, Justiça, Defesa, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Educação, Integração Nacional e Cidades e a Secretaria de Direitos Humanos assinaram, em seguida, um decreto por meio do qual se obrigam a implementar o protocolo. A partir dessa experiência, o Governo Brasileiro desenvolveu um componente adicional ao protocolo para incluir pessoas idosas e pessoas com deficiência. Com o Protocolo, o Brasil se compromete, de forma inédita, a estabelecer padrões nacionais que foquem na mitigação do impacto das emergências nas camadas mais vulneráveis da população. Além disso, cria uma demanda por um mapeamento dos riscos e das redes existentes, por conceitos de responsabilização dos diversos atores envolvidos, pela participação da população adolescente, assim como por mecanismos que fortaleçam as capacidades.

“Por meio de uma abordagem multissetorial, o Protocolo objetiva conciliar diferentes programas e serviços brasileiros para garantir a proteção integral de crianças, adolescentes, pessoas idosas e pessoas com deficiência em situações de riscos e desastres naturais”, afirmou Sérgio Eduardo Marques da Rocha, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, ao apresentar a experiência do Brasil para outras delegações, durante o workshop.

Essas trocas de experiências entre os países mostram claramente como a Cooperação Sul-Sul pode funcionar como importante estratégia para contribuir com a construção de uma sociedade mais resiliente, tanto na esfera global, quanto na local.

Para saber mais sobre a Plataforma Global sobre Redução do Risco de Desastres (em inglês), acesse http://www.preventionweb.net/globalplatform/2013/

 

 
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