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Apresentação da Rede Cegonha, durante o Simpósio Internacional de Redes de Atenção Integral à Saúde da Mulher e da Criança

Discurso da Representante do UNICEF no Brasil, Sra. Marie-Pierre Poirier, na apresentação da Rede Cegonha, durante o Simpósio Internacional de Redes de Atenção Integral à Saúde da Mulher e da Criança

Data: 18/4/2011
Horário: 18h
Local: Hotel Royal Tulip, Brasília (DF)

Boa noite a todos. Nesta oportunidade, quero saudar:

Ministro de Estado da Saúde, Alexandre Padilha
Chefe de Gabinete da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Terezinha Abgail Gonçalves da Silva
Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Iriny Lopes
Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário
Secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Júnior
Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, José Enio
Secretário de Estado da Saúde do Distrito Federal, Rafael Robinson

Meus colegas do Sistema ONU,
o Representante da OPAS e da Organização Mundial da Saúde no Brasil, Diego Victoria; e
o Representante do Fundo de População das Nações Unidas no Brasil, Harold Robinson

Quero iniciar a minha breve fala, lembrando aqui as palavras da presidenta Dilma Rousseff quando afirmou: “um país só pode ser medido pela atenção que dá às mães e às crianças”.

Por essa razão, o UNICEF parabeniza o Brasil por ter adotado uma estratégia na área da saúde, a Rede Cegonha, pautada na garantia dos direitos humanos das mulheres e das crianças.

Nos últimos 20 anos, o Brasil tem muito para celebrar: a expressiva redução da mortalidade de crianças; o aumento da cobertura dos serviços de saúde; e a redução da pobreza.

Porém, o Brasil ainda é desafiado pelas iniquidades que atingem mulheres e crianças indígenas, afro-brasileiras; populações residentes na Amazônia Legal, no Semiárido brasileiro, em áreas rurais e nas comunidades populares dos centros urbanos.

Entendemos que a Rede Cegonha reconhece essas questões como prioritárias para que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio sejam uma realidade não só para muitas famílias, mas para cada mulher, cada criança e cada adolescente.

A iniciativa Rede Cegonha nasce com a visão da intersetorialidade, fundamentada nos princípios da universalidade e da equidade.

Sem dúvida, esse é um imenso desafio não só para a saúde, ministro, ministra, mas também para a proteção social e para a educação, para que o Brasil desponte cada vez mais como uma nação rica e justa, cuja maior riqueza são as suas crianças.

Nós do UNICEF acreditamos que o Brasil tem condições e recursos para superar os seus desafios.

Quero destacar que os desafios superados no Brasil contribuem com a construção do conhecimento de boas práticas que podem ser de grande interesse para outros países, especialmente da América Latina e Caribe; e do continente africano.

As estratégias da Rede Cegonha poderão ser uma das mais importantes linhas de cooperação horizontal e solidária entre os países, inclusive com os mais desenvolvidos.

Por fim, ministro, quero aqui parabenizar todo o Ministério da Saúde por esta iniciativa e reafirmar a disposição e o compromisso do UNICEF, ao lado das outras agências das Nações Unidas, em continuar trabalhando junto com o governo e a sociedade brasileira na luta contra as iniquidades.

Para isso, nos próximos anos, queremos contribuir com o fortalecimento do controle social, informando e mobilizando as mulheres, lideranças comunitárias, os conselheiros de direitos, conselheiros da saúde e os conselheiros tutelares para exigir do poder público o cumprimento e a garantia dos direitos das gestantes e das crianças.

Estamos todos juntos para que cada criança e cada adolescente tenham todos os seus direitos protegidos e assegurados no presente e no futuro.

Muito obrigada!

 

 
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