Adolescentes se reúnem no Rio para discutir legado social da Copa do Mundo, Olimpíadas e Paraolimpíadas no Brasil
Brasil inova envolvendo meninas e meninos de diferentes capitais do País nos preparativos da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos Brasília/Rio de Janeiro, 31 de março – Envolver os adolescentes na construção de políticas públicas de garantia do direito ao esporte e nas decisões sobre a herança social que os megaeventos esportivos devem deixar para o Brasil. Criar uma rede nacional de adolescentes pelo Direito ao Esporte Seguro e Inclusivo. Esses são os objetivos do Encontro dos Adolescentes pelo Direito ao Esporte Seguro e Inclusivo, que será realizado nos próximos dias 6 e 7 de abril no Sesc-Tijuca, no Rio de Janeiro. O evento reunirá brasileiros de 14 a 17 anos vindos das 12 cidades-sede da Copa do Mundo em 2014 para discutir temas relacionados ao direito ao esporte, o legado social e a participação dos adolescentes nos preparativos da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Ao longo do evento, os adolescentes participarão de oficinas e discutirão esses temas com atletas e especialistas. Ao final do encontro, entregarão à Secretária Nacional de Desenvolvimento do Esporte e do Lazer, Rejane Penna Rodrigues, à Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Silveira de Oliveira, e às demais autoridades presentes uma proposta para a construção de um legado social dos megaeventos, que promova a inclusão social e a garantia dos direitos de crianças e adolescente brasileiros. Em parceria com o Ministério do Esporte, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o Sesc Rio, o Centro de Promoção da Saúde (Cedaps), o Instituto Esporte & Educação (IEE) e o Instituto Internacional para o Desenvolvimento da Cidadania (Iidac), essa iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pretende envolver, desde já, os adolescentes brasileiros nas discussões sobre o legado social dos megaeventos esportivos. Será a primeira vez que adolescentes de um país organizador de grandes eventos esportivos são chamados a refletir, com os adultos, sobre o legado social dessas iniciativas. Dois dias dedicados a debater propostas e alternativas inclusivas para jovens e adolescentes De forma lúdica e dinâmica, essas e outras perguntas serão colocadas aos meninos e meninas participantes do encontro. O Encontro dos Adolescentes pelo Direito ao Esporte Seguro e Inclusivo também buscará sensibilizar e estimular os gestores públicos a aproveitar a oportunidade que a realização da Copa e das Olimpíadas abre ao País para a implantação de políticas públicas que garantam a todas e a cada uma das crianças e adolescentes brasileiros o acesso a atividades esportivas educativas, seguras e inclusivas. Os jornalistas interessados em fazer a cobertura do evento devem enviar seu pedido de credenciamento para o e-mail target@target.inf.br ou obter mais informações pelos telefones (21) 2284 2475 e 8158 9692. Confira outras informações no blog do evento: Mais informações: Pedro Ivo Alcantara Jacques Schwarzstein Márcia Vilella Letícia Reitberger Marcela Prior
Saiba mais sobre a logomarca Direito ao Esporte Seguro e Inclusivo
Sintetizar, por meio de formas e cores, o conceito da garantia do direito ao esporte seguro e inclusivo. O resultado desse trabalho realizado pelo escritório de design carioca Evolutiva Estúdio, em parceria com o UNICEF, é a logomarca que já pode ser conferida nos materiais do Encontro dos Adolescentes pelo Direito ao Esporte Seguro e Inclusivo.
A Evolutiva trabalhou com a ideia da prática esportiva de forma divertida, alegre e colorida. As linhas da marca remetem ao movimento dinâmico do esporte. Além disso, a imagem apresenta o esporte seguro e inclusivo como um direito de cada criança e de cada adolescente. Foram esses elementos que serviram de base para o processo criativo. "A marca não destaca uma modalidade esportiva específica, fizemos uma menção aos aros olímpicos - como elemento esportivo universal - simbolizando a união e a diversidade. Na nossa marca, os aros também viram uma brincadeira em movimento que contagia, promovendo a sociabilização, a capacitação, a interação e o espírito de equipe. E, no meio de tudo, temos o coração, que pulsa forte e acelera, e se alegra em ver que os esforços em conjunto sempre valem mais a pena", diz Chris Lima, sócia da Evolutiva Estúdio. |