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Após o terremoto, Haiti prepara-se para temporada de tempestades

© UNICEF/NYHQ2010-0246/Shehzad Noorani
Mikenson, 9 anos, descansa no telhado de um estádio no acampamento do Parque Jean Marie Vincent, nos arredores de Porto Príncipe. Abrigos improvisados cobrem a área atrás do menino. Estima-se que cerca de 25 mil pessoas vivam hoje nesse assentamento.

Nova Iorque, 10 de março – Enquanto o Haiti começa a sair dos escombros, o UNICEF e seus parceiros estão se preparando para enfrentar um outro desafio: a estação das chuvas.

Os haitianos têm boas razões para temer as tempestades anuais, mesmo quando a sua capital não está em ruínas. Em 2008, quatro furacões atingiram o país, deixando centenas de mortos e cidades inteiras enterradas na lama.

VÍDEO: Assista agora (em inglês)

Este ano, mesmo antes de a temporada de chuvas ter começado a sério, Porto Príncipe, Jacmel e Leogane já estão em grande parte destruídas. Mais de 200 mil pessoas estão mortas e muitos outros milhares estão feridos. Cerca de 1,3 milhão de pessoas estão desabrigadas, dependendo da ajuda de agências internacionais para sobreviver; cerca de 450 mil dos deslocados são crianças.

"Um enorme desafio"
"Isso vai criar um enorme desafio para todos nós em relação a capacidade de fornecer apoio para as pessoas", afirmou Louis-Georges Arsenault, Diretor de Programas de Emergência do UNICEF.

A devastação causada pelo terremoto acrescentou um outro nível de dificuldade logística para a preparação para as tempestades. As agências humanitárias estão correndo para tirar as pessoas de áreas baixas e se preparar para o aumento das ameaças à saúde que acompanham as chuvas.

E em torno da capital Porto Príncipe, mais de 680 mil pessoas continuam vivendo em acampamentos provisórios – não obstante um êxodo de centenas de milhares de pessoas que buscam segurança e abrigo em outras áreas.

Planejamento para o futuro
"As pessoas fugiram de Porto Príncipe, e localidades espontâneas espalharam-se por todo o país", disse Arsenault. "Não é fácil chegar a essas pessoas, por isso, precisamos ter a capacidade operacional para nos movimentar continuamente, o que estamos agora fazendo seriamente."

Além de atender às necessidades imediatas das crianças e famílias e de se preparar para a época das chuvas, o UNICEF está planejando o futuro, juntamente com parceiros, como a Comissão Europeia, o Banco Mundial e outras agências da ONU.

"Em 2010, tem de haver um forte esforço de reconstrução", disse Arsenault. "Estamos envolvidos com a visão de longo prazo do que será um lugar melhor para as crianças no Haiti – não voltar para onde estávamos, mas transformar a sociedade para que seja um lugar melhor para as crianças."

 

 

 

 

Doações para o Haiti

O escritório do UNICEF no Brasil encerrou, no último dia 1° de abril, sua campanha de arrecadação de recursos para o Haiti.

Caso queira ajudar a garantir os direitos das crianças e adolescentes brasileiros, saiba como contribuir com nossos programas.
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