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UNICEF e parceiros estão prontos para ajudar após o violento terremoto que atingiu o Chile

© Reuters/Alvarado

Nova Iorque, 1º de março – As agências da ONU, incluindo o UNICEF, estão monitorando os acontecimentos e prontas para prestar a ajuda necessária na sequência do terremoto de magnitude 8.8 que sacudiu o Chile na madrugada de sábado.

O tremor matou pelo menos 700 pessoas e desalojou outros 1,5 milhão, causando danos generalizados a casas, hospitais, escolas, estradas e outras infraestruturas. Todo o pessoal do UNICEF no Chile já foi contatado e encontra-se a salvo.

Este terremoto aconteceu apenas seis semanas depois que um abalo sísmico de menor intensidade, mas de efeitos mais mortíferos, atingiu o Haiti, onde as operações de ajuda intensiva continuam. O UNICEF deixou claro que os compromissos humanitários no Haiti não afetarão qualquer ajuda que a organização possa prestar ao Chile, caso sua colaboração seja solicitada.

Segundo Louis-Georges Arsenault, diretor de programas de emergência do UNICEF, a organização poderia, possivelmente, prestar assistência em áreas como proteção da criança e purificação da água. No entanto, a menos que a situação piore, nenhum apelo especial por recursos para socorrer o Chile deve ser lançado nem pelo UNICEF, nem pela ONU.

“Mas convidamos as pessoas a apoiar o UNICEF globalmente em seu trabalho de arrecadação de fundos, que poderão ser destinados ao Chile, se preciso for”, acrescentou Arsenault.

Áreas de catástrofe
O terremoto da madrugada de sábado, ocorrido às 3h34 na costa do Chile, teve seu epicentro a 325 km de Santiago, a capital chilena, e a 100 km de Concepción, a segunda cidade mais importante do país, que tem mais de 200 mil habitantes. Um tsunami ocasionado pelo terremoto provocou danos adicionais em algumas cidades costeiras do sul do Chile.

O governo chileno declarou estado de calamidade nas regiões de Bio-Bio, Maule, Araucania e Valparaíso, bem como em Santiago e áreas vizinha, onde o terremoto se fez sentir com mais intensidade.

Após avaliação inicial das necessidades e dos danos, o governo afirmou hoje que aceitaria algumas ofertas de ajuda internacional – particularmente sob a forma de hospitais de campanha, pontes provisórias e suprimentos para a purificação da água, bem como a colaboração de especialistas em avaliação de danos e trabalhadores de busca e salvamento.

Por enquanto, o Ministério da Educação chileno suspendeu o início do ano letivo por uma semana. As aulas, que estavam programadas para começar hoje, serão retomadas no dia 8 de março.

As crianças são as mais vulneráveis
Ainda que o número de mortos no Chile tenda a aumentar, é provável que chegue a apenas uma pequena fração daquele do terremoto de 12 de janeiro no Haiti. Embora o terremoto que sacudiu a nação caribenha tenha sido muito inferior ao do Chile em magnitude, a pobreza extrema e uma infraestrutura muito mais frágil ampliaram os efeitos da catástrofe no Haiti.

Atualmente, o início da estação das chuvas no Haiti está causando preocupação em relação à capacidade das agências de ajuda humanitária em fornecer serviços e suprimentos. No entanto, o UNICEF e seus parceiros no Haiti seguem com sua operação de emergência de educação para as crianças afetadas pela catástrofe.

Em qualquer emergência, as crianças são as mais vulneráveis. Além de intervenções urgentes para garantir a sobrevivência e a proteção das crianças em tais situações, o UNICEF trabalha para que as aulas sejam retomadas o mais rápido possível – criando uma sensação de normalidade e segurança para crianças cujo mundo foi virado de cabeça para baixo.

 

 
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