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Comunidade da Plataforma dos Centros Urbanos recebe visita internacional

Clima de companheirismo marcou a visita de funcionários do UNICEF a uma das comunidades participantes da Plataforma dos Centros Urbanos em São Paulo

© UNICEF/BRZ/Daisy Aguillera
Adolescentes Comunicadores protagonizam uma das etapas da visita e encantam os visitantes.

São Paulo, 24 de novembro – No dia 23 de novembro, Bastiaan Van't Hoff e Anna Lucia D'Emilio, do Escritório Regional do UNICEF para a América Latina e o Caribe, sediado no Panamá; Dan Rohrmann e Robert Jenkins, do Escritório Central do UNICEF, em Nova Iorque; e Marie-Pierre Poirier, representante do UNICEF no Brasil, foram recebidos pelo Grupo Articulador Jardim Aracati/Cidade Ipava para um dia de atividades destinadas a revelar como a Plataforma vem atuando na cidade.

Para isso, o Grupo – que atua na Zona Sul da capital paulista – preparou um roteiro formado por algumas das entidades que participam dele, começando pela Escola Estadual Aracati II, onde os membros se reuniram para partilhar histórias de vida com os visitantes e falar dos seus últimos desafios. Por exemplo, a realização do Fórum Comunitário, uma das etapas previstas pela Plataforma e que inclui convidar lideranças de todas as áreas para discutir os resultados do Diagnóstico Participativo realizado pelo Grupo Articulador anteriormente. “Fomos os primeiros a realizar o Fórum! De início, ficamos com medo de realizar um evento como esse, mas deu tudo certo e, por conta dele, três organizações locais resolveram se juntar a nós e participar da Plataforma também”, comentou Maria Adalgiza Pinto, pedagoga e uma das participantes mais ativas do Grupo.

Da escola, todos seguiram para a Associação Beneficente Arco, que acolhe, todos os dias, cerca de 550 crianças e adolescentes moradores da região e oferece atividades complementares à escola, alimentação e creche. Ali, o grupo almoçou e encontrou alguns adolescentes locais e seis Adolescentes Comunicadores da Plataforma. Estes últimos usaram uma dinâmica para exemplificar como têm mobilizado o maior número possível de pessoas em suas comunidades, disseminando ideias e propostas de como trabalhar conjuntamente para atingir metas comuns.

Muitas dúvidas emergiram, especialmente a respeito dos obstáculos que os adolescentes devem enfrentar para realizar as tarefas designadas a eles, como a violência urbana e a eventual falta de credibilidade de alguns adultos. As respostas foram claras: “O tráfico, por exemplo, se incomoda se a gente provoca a ida da polícia à comunidade. Aí, sim, eles se irritam. Mas quando circulamos, falando sobre a oportunidade de melhorar a comunidade, todos respeitam”, garantiu o Adolescente Comunicador Michel Ribeiro dos Santos, do Grupo Articulador Vila Guacuri.

Ao fim do debate, os convidados dançaram a “Dança da Amizade” e a descontração tomou conta do local, antes da visita à residência de Ilma Lourenço Balbino, 37 anos, outra participante do Grupo Articulador Local. Ilma é reconhecida como uma liderança em formação da Favela da Muriçoca, onde ela vive com seu companheiro, quatro filhos e três netos. O grupo restrito que a visitou foi conhecer a realidade dos moradores que desenvolvem e articulam ações sociais enquanto vivem em comunidades de alta vulnerabilide, visando a melhoria das condições de vida de todos. "Eu acompanhei o desenvolvimento da Plataforma desde o início e, na maior parte das vezes, sob uma perspectiva conceitual. Por isso, é sempre muito gratificante encontrar as pessoas que estão fazendo dessa iniciativa uma realidade e promovendo transformações na prática”, declarou Marie-Pierre.

A visita terminou na ONG Conviver é Viver, onde os visitantes sanaram suas últimas dúvidas e assistiram à apresentação do grupo de capoeira do Mestre Magrão, um entre tantos voluntários que desenvolvem ações na organização, cujo foco é o apoio a pessoas que vivem com o HIV e seus familiares.

 

 
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