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Chuvas diminuem, mas famílias ainda precisam de ajuda

UNICEF faz apelo para que crianças e adolescentes sejam colocados em primeiro lugar

Brasília, 15 de junho – Diariamente, imagens das enchentes e inundações ocupam grande espaço nos jornais brasileiros. Apesar de o volume das chuvas já estar diminuindo nos Estados afetados, ainda há muitas famílias desabrigadas. Neste momento, o olhar deve estar voltado para a garantia dos direitos de cada criança e cada adolescente que estão vivendo essa grave situação.

Segundo o Corpo de Bombeiros, no Maranhão, já são 118 municípios atingidos. Ao todo, 438.198 pessoas já foram afetadas no Estado, incluindo 12 mortes, 101.106 desalojadas (vivendo em casas de parentes ou conhecidos) e 51.198 vivendo em abrigos. Estima-se que 60% sejam crianças e adolescentes. No Ceará, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado, desde o início das chuvas, já são 27.232 pessoas desabrigadas e 42.510 desalojadas. No Piauí, 9.949 famílias foram atingidas com as fortes chuvas em 29 municípios. No Rio Grande do Norte, as chuvas e enchentes atingiram mais fortemente 12 municípios potiguares que estão em situação de emergência, segundo a Defesa Civil. O órgão contabiliza 3.735 desalojados, 1.657 desabrigados e 44.011 afetados pelo volume de águas.

De acordo com a Defesa Civil de Alagoas, 26 municípios foram atingidos no Estado, deixando 5.654 pessoas desalojadas, 2.519 desabrigadas e 2.322 deslocadas. Quase 60 mil pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas em Alagoas. Já em Pernambuco, segundo a Codecipe, 1.286 pessoas estão desalojadas e 648 desabrigadas em 25 municípios. Das 14 mortes ocorridas no Estado em decorrência das chuvas, seis foram de crianças e adolescentes.

Na Região Norte, o Estado do Pará continua em alerta, com 60 municípios afetados. De acordo com a Defesa Civil, 49 municípios estão em situação de emergência e 11 em alerta. São mais de 63 mil famílias afetadas, sendo 915 desabrigadas. Os rios, apesar de terem estabilizados, continuam muito cheios, impactando a vida dos moradores ribeirinhos e algumas cidades, especialmente das regiões chamadas de baixo amazonas e nordeste do Estado, o que ainda causa preocupação. A isso, soma-se a previsão da meteorologia de que até o final de junho ainda vão ocorrer fortes pancadas de chuva no Estado.

A sociedade como um todo tem se mobilizado em torno de valiosas campanhas de solidariedade e ações de emergência. Mas é essencial já se preocupar com o momento em que as águas começam a baixar. Muitas famílias, com suas crianças, estão vivendo em abrigos improvisados e precisarão voltar às suas casas e retomar à vida normal.

Como as crianças e os adolescentes são mais vulneráveis e, por isso, precisam ser os mais protegidos, o UNICEF chama a atenção para o fato de que a prioridade absoluta dos direitos da infância e da adolescência está consagrada no artigo 227 da Constituição Federal Brasileira e precisa ser respeitada. Garantir o direito de cada menino e menina a sobreviver, se desenvolver, aprender, crescer sem violência é o melhor investimento no desenvolvimento de toda a família e do próprio município.

Para minimizar as consequências na vida dessas pessoas, o UNICEF tem sugerido algumas ações, como a importância de cuidar da qualidade da água, com a distribuição de hipoclorito de sódio e filtros, evitando mortes de crianças. É aconselhável ainda a distribuição de vitamina A. Reforçar a amamentação e a vacinação também é necessário para prevenir a desnutrição, a diarreia e outras doenças que podem levar à mortalidade infantil.

Outro cuidado importante é quanto ao risco de violência e abuso sexual de mulheres, adolescentes e crianças, especialmente, nos espaços de abrigo. A rede social de proteção – incluindo os assistentes sociais, os professores, os conselheiros tutelares – devem ficar vigilantes e atuar de maneira preventiva.

Espaços alternativos deverão ser utilizados para a educação de crianças e adolescentes, já que muitas escolas ainda podem estar sendo utilizadas como abrigos. As crianças precisam continuar se desenvolvendo, convivendo e aprendendo.

Veja como colaborar no seu Estado. Acesse um dos sites abaixo ou ligue para os telefones informados a seguir:

Alagoas
Coordenadoria Estadual da Defesa Civil – Cedec/AL
Coordenador: Cel BM Jadir Ferreira Cunha – Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar de AL
Secretário Executivo: Major Leite – Telefone: (82) 3315 2822
Outros telefones:(82) 3315 4991 ou 33152829
E-mail: defesacivil@cbm.al.gov.br

Ceará
Defesa Civil do Ceará – Telefone: 199
www.forcasolidaria.com.br

Maranhão
Defesa Civil do Maranhão
Campanha SOS Maranhão – Telefone: (98) 3222 4012 (Doações podem ser feitas em conta corrente na Caixa Econômica Federal – Agência: 0027 – Conta: 1000-2 – Operação: 006)
Corpo de Bombeiros do Maranhão: www.cbm.ma.gov.br
Mais informações sobre as enchentes e campanhas no Maranhão: http://ajudamaranhao.wordpress.com

Pará
Defesa Civil do Pará –
Telefones: (91) 4006 8387 ou 4006 8301 –
E-mail: defesacivilpara@yahoo.com.br

Paraíba
Coordenadoria Estadual da Defesa Civil da PB – CEDC/PB
Gerente Operacional de Defesa Civil: Cel PM Sinval Pinheiro Borges
Telefones:(83) 3218 4679 ou 3218 4678 ou 3218 4677
E-mail: sinvalpinheiro.defesacivil.pb@gmail.com
www.seie.pb.gov.br

Pernambuco
Coordenadoria Estadual da Defesa Civil – Codecipe/PE
Coordenador: CEL PM Mário Cavalcanti de Albuquerque (chefe Casa Militar)
Assessoria Imprensa: Bruna Lima – Telefones: (81) 3181 2481, 3181 2490, 3181 2491
Outros telefones:(81) 3181 2138 / 2265 / 2483 / 2486 / 2481 / 2100
E-mail: codecipe@camil.pe.gov.br
www.fisepe.pe.gov.br/codecipe

Piauí
Defesa Civil do Piauí –
Telefones: (86) 3218 1167, 3218 3857 ou 3211 0477 –
E-mail: dcivil@bol.com.br

Rio Grande do Norte
Defesa Civil do Rio Grande do Norte –
Telefones: (84) 3232 1769 ou 3232 1762 –
E-mail: carlosalberto-defesacivil@rn.gov.br


Visite também o site da Secretaria Nacional da Defesa Civil: http://www.defesacivil.gov.br/index.asp

 

 
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