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Municípios do Semi-árido baiano debatem estratégias e apresentam iniciativas de combate ao HIV/aids

Salvador, 10 de novembro – O fortalecimento das políticas de enfrentamento do HIV/aids no Semi-árido baiano será tema de encontro nesta terça e quarta-feira (dias 11 e 12 /11), no Hotel Vila Velha (Av. Sete de Setembro, 1.971, Corredor da Vitória). Representantes dos Grupos Gestores Municipais do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (GGM/SPE) de 40 cidades do sertão baiano vão participar do evento, promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Governo da Bahia, com o apoio da organização não-governamental Juspopuli Escritório de Direitos Humanos e do Grupo Gestor Estadual do SPE.

Trata-se do segundo seminário sobre o assunto realizado no contexto do Selo UNICEF Município Aprovado (Edição 2008) e do Pacto Nacional Um mundo para a criança e o adolescente do Semi-árido. A cerimônia de abertura, no dia 11 de novembro, às 9 horas, contará com a presença de Célia Szterenfeld, coordenadora do programa de HIV/aids do UNICEF no Brasil, e de Maricélia Macedo, coordenadora estadual de DST/aids.

Foram mobilizados para o encontro lideranças juvenis e técnicos das áreas de educação e saúde de: Abaré, Amargosa, Barrocas, Belo Campo, Boquira, Caatiba, Cabaceiras do Paraguaçu, Candeal, Castro Alves, Cocos, Condeúba, Coribe, Curaçá, Guajeru, Iaçu, Ibotirama, Ipirá, Itambé, Jequié, Juazeiro, Lamarão, Lapão, Licínio de Almeida, Miguel Calmon, Mulungu do Morro, Muquém de São Francisco, Piritiba, Poções, Remanso, Rodelas, Santa Luz, São Domingos, Seabra, Senhor do Bonfim, Tanhaçu, Tapiramutá, Teofilândia, Utinga, Vitória da Conquista e Wagner (no Semi-árido), além de Salvador, Itabuna e Ilhéus, cidades que avançaram no controle do HIV/aids e da sífilis.

Os Grupos Gestores Municipais do SPE apresentarão os principais resultados alcançados com o desenvolvimento de ações e programas de enfrentamento da epidemia. A programação ainda prevê exposições, debates e grupos de trabalho (GT) sobre temas como o SPE; a prevenção da transmissão vertical do HIV (ou transmissão da mãe para o bebê durante a gestação, o parto ou o pós-parto); os desafios para a promoção do trabalho intersetorial; a participação de jovens nos GGM; e as estratégias para a atuação dos Grupos Gestores em 2009.

O Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) é resultado de uma parceria firmada entre Ministério da Saúde, Ministério da Educação, UNICEF e UNESCO. O projeto articula governo e organizações da sociedade civil em ações integradas, envolvendo saúde e educação. São objetivos da iniciativa: a promoção da saúde sexual e reprodutiva de adolescentes e jovens; a redução da infecção pelo HIV/DST e dos índices de evasão escolar causada pela gravidez na adolescência e juventude; o fomento à participação dos jovens em espaços de formulação de políticas públicas de prevenção das DST/aids; o apoio às diferentes iniciativas no setor; e a instituição da cultura da prevenção nas escolas.

Cada Grupo Gestor Municipal do SPE tem a responsabilidade de produzir análise local sobre a epidemia; elaborar um plano de ação para o enfrentamento do problema; promover eventos de troca de experiências de boas práticas no setor; além de avaliar e monitorar o projeto de forma sistemática.

A prevenção em números
Em cumprimento à metodologia do Selo UNICEF Município Aprovado (Edição 2008), 98 das 188 cidades do Semi-árido baiano inscritas no projeto (52% do total) preencheram e enviaram, para o escritório do UNICEF em Salvador, questionário com informações sobre iniciativas locais de prevenção ao HIV/aids. 

  • 78,6% dos municípios afirmaram realizar teste em gestantes, durante o pré-natal, para diagnóstico de infecção por HIV;
  • 80,6% responderam que não existe Serviço de Atenção Especializada (SAE) nem Unidade Dispensadora de Medicamentos (UDM) no município, mas as gestantes com HIV são informadas sobre onde podem ter acesso ao tratamento anti-retroviral e como prevenir a transmissão vertical;
  • 78,6% dos municípios não realizam partos especializados, com procedimento para evitar a transmissão vertical (profilaxia), mas encaminham as gestantes com HIV para cidades que dispõem de atendimento adequado;
  • 38,8% construíram o Plano Municipal de Prevenção da Transmissão Vertical, com base no Protocolo para Prevenção da Transmissão Vertical de HIV e Sífilis do Programa Nacional de DST e Aids;
  • 50% não possuem Plano Municipal de Prevenção da Transmissão Vertical e não iniciaram a elaboração do documento;
  • 42,9% não instalaram o Grupo Gestor Municipal do SPE;
  • 36,7% possuem GGM atuante, com plano de ação do SPE;
  • 14,3% instalaram o Grupo Gestor Municipal do SPE, mas o comitê não está ativo.

 

 
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