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UNICEF incentiva voto em candidato comprometido com a infância

Seis candidatos a prefeito de São Paulo e seis do Rio de Janeiro  firmaram compromisso com o UNICEF

São Paulo, 1º de outubro – O UNICEF está incentivando os eleitores a analisar as propostas dos candidatos a prefeito e vereador e a votar, no próximo dia 5 de outubro, naqueles que se comprometem com a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes do município.

Na cidade de São Paulo e na cidade do Rio de Janeiro, doze candidatos à prefeitura firmaram, com o UNICEF, o compromisso de dar prioridade a políticas públicas e programas que garantam oportunidades iguais a todos os meninos e meninas, melhorando suas condições de vida, qualquer que seja a região da cidade em que vivam ou sua raça/etnia. Geraldo Alckmin, Gilberto Kassab, Ivan Valente, Marta Suplicy, Renato Reichmann e Soninha Francine, da capital paulista, e Alessandro Mollon, Chico Alencar, Eduardo Paes, Fernando Gabeira, Jandira Feghali, e Solange Amaral, da capital fluminense, discutiram a proposta com o UNICEF e assinaram um documento que prevê o alcance de 20 metas.

Entre os objetivos, estão a redução da mortalidade neonatal e da taxa de homicídios de adolescentes, a ampliação da cobertura pré-natal, dos programas de atendimento à saúde da família e das vagas em creches e escolas de educação infantil, a adequação do número de conselhos tutelares e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), a diminuição da diferença percentual entre negros, brancos e indígenas em diversos indicadores sociais e a redução das disparidades entre as diferentes regiões da cidade.

Em São Paulo, por exemplo, a taxa de mortalidade de crianças antes de um ano de vida é de 5,98 por mil nascidos vivos em Pinheiros, número que sobe para 16,9 na Capela do Socorro. No M'Boi Mirim, faltam 8.249 vagas em pré-escolas. Em Pinheiros, são 318.

Nas comunidades populares do Rio de Janeiro, 40% dos adolescentes de 15 a 17 anos não estão estudando, não estão trabalhando e não estão procurando trabalho. Em 2004, a taxa de homicídios de jovens do sexo masculino entre 15 e 29 anos foi de 225,8 para cada 100 mil pessoas. Mais que o dobro do que se registrava uma década antes. A grande maioria das mortes ocorreu entre meninos e jovens negros, moradores de periferia ou comunidades populares.

"Os cidadãos têm um papel fundamental para que os avanços sejam possíveis. É preciso que seu voto seja consciente, que o eleitor cobre atitudes e resultados dos eleitos, inclusive com a garantia de recursos no orçamento público municipal para a implementação de políticas de qualidade para a infância e a adolescência. Também precisamos lembrar que cada um de nós pode contribuir, fazendo a sua parte por meio de atitudes diárias", afirma Anna Penido, coordenadora do UNICEF para os Estados de São Paulo, Minas Gerais e do Sul do Brasil.

Plataforma para os Centros Urbanos – A iniciativa do UNICEF faz parte de um amplo programa que a organização começou a implementar em São Paulo e no Rio de Janeiro em 2008. A iniciativa pretende mobilizar toda a cidade para que cada criança e cada adolescente tenham seus direitos protegidos e respeitados, com foco nos que vivem em comunidades populares.

As estratégias incluem a mobilização dos candidatos e o acompanhamento do prefeito eleito para que o compromisso seja efetivado e as metas atingidas. Ao mesmo tempo, o UNICEF vai convocar as comunidades para que participem de um amplo processo de mobilização, capacitação, monitoramento e avaliação. Ao final de 2011, as comunidades que alcançarem avanços serão certificadas pelo UNICEF. Gestores municipais e submunicipais, vereadores, empresas, organizações sociais, veículos e profissionais de comunicação também serão mobilizados e reconhecidos pelas melhorias que ajudarem a concretizar.

Ações experimentais já estão sendo realizadas em Heliópolis e no Cantinho do Céu (Grajaú), em São Paulo, e no Complexo do Alemão e em Santa Cruz, no Rio de Janeiro. A partir de novembro, todas as comunidades das duas cidades serão convidadas a participar.

"O UNICEF, dessa forma, deseja fortalecer sentimentos de pertencimento, de responsabilidade coletiva e coesão social a fim de reduzir a vulnerabilidade, o isolamento e a exclusão de crianças e adolescentes das comunidades populares dos centros urbanos. Acreditamos em uma cidade plural onde se valorize o potencial de seus habitantes, sem discriminação de raça, situação socioeconômica ou local de moradia," afirma Luciana Phebo, coordenadora do UNICEF para os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.


Mais informações:
Adriana Alvarenga
E-mail: aalvarenga@unicef.org
Telefone: (11) 3728 5701

Jacques Schwarzstein
E-mail: jschwarzstein@unicef.org
Telefone: (21) 3147 5700

 

 
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