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Ao anunciar redução da mortalidade na infância, UNICEF pede que se redobrem os esforços para salvar a vida das crianças

Nova Iorque/Genebra, 12 de setembro – O UNICEF apresentou hoje novos dados estatísticos que demonstram que, em 2007, a taxa de mortalidade de menores de 5 anos continuou a cair.

As novas estatísticas indicam uma redução de 27% na taxa de mortalidade de menores de 5 anos, que, em 1990, era de 93 mortes para cada 1.000 nascidos vivos e, em 2007, foi de 68 mortes para cada 1.000 nascidos vivos. Nos países industrializados, há, em média, seis mortes para cada 1.000 nascidos vivos.

Segundo esses dados, 12,7 milhões de crianças menores de 5 anos morreram em todo o mundo em 1990, e, em 2007, o número de mortes na infância caiu para 9,2 milhões.

“Desde 1960, a taxa mundial de mortalidade de menores de 5 anos diminuiu em mais de 60%, e os novos dados confirmam que essa tendência descendente se mantém”, disse Ann M. Veneman, Diretora Executiva do UNICEF. “Porém, apesar dos progressos alcançados, ainda há muito a se fazer”.

A desnutrição é um fator que contribui para mais de um terço dos 9,2 milhões de mortes de menores de 5 anos em todo o mundo. Apesar dos avanços conseguidos, desde 1990, em relação à redução da porcentagem de crianças com menos de 5 anos com baixo peso, estima-se que, em todo o mundo em desenvolvimento, ainda haja 148 milhões de meninas e meninos desnutridos. A fim de garantir que essas crianças tenham a oportunidade de sobreviver, é necessário multiplicar os esforços para satisfazer as necessidades nutricionais de mulheres, bebês e crianças.

Vários países conseguiram fazer progressos especialmente notáveis quanto à redução da mortalidade de menores de 5 anos, como, por exemplo, Laos, Bangladesh, Bolívia e Nepal. Cada um desses países diminuiu em mais de 50% sua taxa de mortalidade de menores de 5 anos em relação a 1990. Esses países estão bem encaminhados para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio de reduzir em dois terços a taxa de mortalidade de menores de 5 anos entre 1990 e 2015.

Também houve avanços importantes em algumas partes da África. A taxa de mortalidade de menores de 5 anos na Eritréia diminuiu em 52% entre 1990 e 2007. Em Malaui, Moçambique, Níger e Etiópia, a taxa de mortalidade na infância caiu em mais de 40% nesse mesmo período.

Todavia, na África, registraram-se as maiores taxas de mortalidade na infância. Em Serra Leoa, o país com a mais alta taxa de mortalidade de menores de 5 anos, a cada 1.000 crianças nascidas vivas, 262 morrem antes de completar o seu quinto aniversário.

“Os dados mais recentes apontam também uma alentadora melhoria em muitas das intervenções básicas de saúde, como o aleitamento materno exclusivo imediatamente após o nascimento, a imunização contra o sarampo, a distribuição de suplementos de vitamina A, o uso de mosquiteiros tratados com inseticida para prevenir a malária e a prevenção e o tratamento do HIV/aids”, disse Ann Veneman. “Espera-se que essas intervenções continuem reduzindo a mortalidade na infância nos próximos anos”.

 

 
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