Estudantes trocam experiências sobre saúde e prevenção às DST e ao HIVBrasília, 24 de junho – Estudantes de todo o País estão reunidos hoje e amanhã na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), durante a III Mostra Nacional Saúde e Prevenção nas Escolas, para trocar informações sobre experiências bem-sucedidas em saúde e prevenção à aids e outras doenças sexualmente transmissíveis no ambiente escolar. São esperados cerca 1.000 participantes, entre profissionais de saúde e de educação, estudantes, gestores de saúde e educação, além de integrantes de organizações não-governamentais e universidades. A cobertura em tempo real está acessível no site www.revistaviracao.org.br/spe. O evento faz parte das atividades do projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE). A iniciativa é dos ministérios da Saúde e da Educação, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Nos dois dias da Mostra, serão realizados painéis, conferências, fórum, oficinas, comunicações coordenadas (trabalhos na modalidade oral), atividades culturais e artísticas. Os temas saúde e prevenção nas escolas serão debatidos a partir da diversidade sexual, das relações de gênero, dos direitos humanos, de raça e de etnia. Saúde sexual e saúde reprodutiva, participação juvenil, populações vulneráveis, crianças e adolescentes vivendo com HIV e aids também serão aspectos abordados na discussão. Além disso, o evento vai enfocar a gestão integrada entre saúde e educação, a institucionalização do SPE, o monitoramento e a avaliação do projeto nas escolas do Brasil. Projeto nacional – O Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) foi lançado em 84 escolas, em 2003. Mas, desde 1995, os ministérios da Saúde e da Educação reúnem esforços para que os temas saúde sexual e saúde reprodutiva sejam trabalhados nas escolas. A partir de 2004, as estratégias foram expandidas para as 27 Unidades da Federação. As inovações do SPE foram a oferta de preservativos nas escolas, a integração entre escolas e unidades básicas de saúde e a participação da comunidade no processo, sobretudo dos jovens. Em 2005, o Saúde e Prevenção nas Escolas foi reformulado. Foram incorporadas novas estratégias, como monitoramento das escolas, ampliação de ações para atingir alunos a partir das primeiras séries do ensino fundamental, apoio a Estados e municípios na constituição de grupos gestores intersetoriais, realização de oficinas regionais, apoio a eventos regionais, além de produção, impressão e distribuição de materiais educativos. Mais informações
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