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Saúde, Educação e Nações Unidas premiam máquinas de preservativos e cartazes de escolas

Brasília, 30 de novembro – Os Ministérios da Saúde e da Educação, o UNICEF,  a UNESCO, o UNODC e o UNFPA reconheceram, nesta sexta-feira (30/11), no auditório do Ministério da Saúde, duas iniciativas vinculadas ao projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE). Uma com o Prêmio de Inovação Tecnológica, que destinará R$ 100 mil para o desenvolvimento de máquinas dispensadoras de preservativos, que serão usadas em escolas onde já exista projeto pedagógico para promoção da saúde e da prevenção com os alunos. Outra com o Prêmio Escola, que divulgará as escolas públicas vencedoras de concurso de cartazes de estudantes sobre o tema “Como eu posso contribuir para a prevenção da aids?”. As duas iniciativas fazem parte da programação do Dia Mundial de Luta contra a Aids (1º/12).

Ao Prêmio de Inovação Tecnológica, foram finalistas três projetos dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefet) da Paraíba, do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. O vencedor é o Cefet de Santa Catarina, por ter apresentado a proposta mais completa e coerente com as diretrizes do SPE. Além disso, a parte tecnológica atendeu aos critérios propostos no edital do concurso. O segundo lugar foi o projeto da Paraíba e o terceiro, o do Rio de Janeiro. Os vencedores receberão, em ordem de colocação, R$ 50 mil, R$ 30 mil e R$ 20 mil.

Os valores do prêmio de máquinas dispensadoras de preservativos serão investidos em equipamentos e viagens para conhecer experiências bem-sucedidas de prevenção da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis. Além disso, cada instituição receberá certificado de reconhecimento pelo engajamento no trabalho de prevenção. O protótipo da máquina vencedora será testado, para avaliar sua funcionalidade. O projeto faz parte do processo de promoção da saúde sexual e saúde reprodutiva de adolescentes e jovens.

Cartazes – O Prêmio Escola selecionou os seis melhores cartazes sobre o tema, sendo três do Ensino Fundamental e três do Ensino Médio de escolas públicas. Ganharam escolas de Santa Catarina, Rondônia, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os prêmios para os primeiros colocados são três computadores (para a escola, o aluno e o professor), viagem a Brasília, materiais educativos e diploma de reconhecimento da Organização das Nações Unidas.

O segundo e terceiro colocados receberão um aparelho de DVD (para a escola), uma viagem para Brasília (turismo cívico-cultural), materiais educativos e diploma de reconhecimento das Nações Unidas. Quatro escolas também receberão menção honrosa pela participação.

As comissões julgadoras dos dois prêmios tiveram a participação de representantes dos ministérios da Saúde e da Educação, de escolas públicas participantes do projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), da Universidade de São Paulo, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFP), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), do Serviço Social da Indústria (SESI) e das empresas Semina e Laboratórios Sabin. Essas instituições são parcerias na elaboração dos concursos.

Inovações – Criado em 2003, em parceria entre Ministérios da Saúde e da Educação, UNESCO, UNICEF e UNFPA, o SPE inclui a promoção da saúde sexual e da saúde reprodutiva, com enfoque na prevenção das DST/aids em escolas públicas. As inovações do projeto foram a disponibilização de preservativos nas escolas (que acontece sempre com ações pedagógicas), a integração entre escolas e unidades básicas de saúde e a participação juvenil e comunitária.

Hoje, o SPE tem grupos de trabalho em cerca de 400 municípios, atingindo mais de 1.500 escolas da rede pública. Nos anos 2006 e 2007, mais de 3 mil pessoas participaram de atividades de formação, entre professores, profissionais da saúde e adolescentes e jovens.

De acordo com o Censo Escolar 2006, mais de 100 mil escolas trabalham com o tema DST/aids. Do total de escolas da educação básica (fundamental, médio, educação de jovens e adultos, infantil e especial) que trabalham o tema DST/aids, 9,3% disponibilizam preservativos. Nas escolas de ensino médio, o índice é de 18%.

 

 
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