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Onze passos para garantir a proteção de crianças e adolescentes no futebol

  1. Pais e responsáveis não devem obrigar ou induzir seus filhos ou filhas à prática de esporte de rendimentos. Devem orientá-los ao exercício da prática esportiva, sem exigências de resultados. 
  2. Garantir o direito de crianças e adolescentes a ser ouvidos e manifestar-se sobre os assuntos do seu interesse no esporte e a exprimir suas opiniões e escolhas livremente.
  3. Estimular a prática do esporte que as crianças e os adolescentes desejarem, independentemente de raça, gênero, religião, orientação sexual, opinião política e biótipo.
  4. Garantir a convivência familiar e comunitária quando os filhos ou filhas estiverem albergados em clubes ou outros centros de formação de atletas, exigindo visitação regular, deslocamento e comunicação frequentes.
  5. Exigir e garantir o acesso à educação formal, informando-se sobre a carga horária do treinamento que deve ser adaptada à carga horária escolar, e a tabela dos campeonatos, adequada ao calendário oficial.
  6. Exigir cuidados médicos preventivos e frequentes, alimentação e carga de treinamento adequadas à idade e compleição física, repouso suficiente e a não utilização de substâncias proibidas ou que possam oferecer danos à saúde dos seus filhos ou filhas.
  7. Proteger seus filhos ou filhas contra qualquer tipo de violência, tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório e constrangedor, tais como maus-tratos, agressões verbais e violências sexuais – abuso, exploração –, dando a atenção devida quando eles se manifestarem sobre essas situações, denunciado os responsáveis.
  8. Proteger seus filhos ou filhas de qualquer situação de exploração laboral, comercial e tráfico – exigindo todas as informações sobre as cláusulas contratuais de venda, transferência de clube ou qualquer transação comercial, que devem respeitar o marco regulatório vigente e os direitos garantidos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
  9. Promover um diálogo constante com os profissionais dos clubes ou centros de formação de atletas, participando ativamente das decisões sobre o futuro profissional do seu filho ou filha.
  10. Informar-se sobre a segurança das instalações, dos equipamentos dos centros de formação de atletas e sobre a qualificação dos profissionais.
  11. Informar-se sobre os direitos de seus filhos ou filhas, e solicitar ajuda aos órgãos de proteção de crianças e adolescentes em caso de dúvidas quanto aos contratos ou ameaças e situações de violações.

 

 
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