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Prevenção da transmissão vertical

Gestante durante exames de pré-natal
© UNICEF/BRZ/Pedro Ivo Alcantara
Os exames de pré-natal são fundamentais para garantir a saúde da mãe e do bebê

A maior parte das crianças de até 12 anos que vivem com o HIV foi vítima da transmissão vertical. Esse tipo de transmissão do HIV é aquele que acontece da mãe soropositiva para o bebê, durante a gravidez, o parto ou a amamentação.

Entretanto, é possível diminuir o risco de transmissão vertical para muito próximo a zero. Para isso, é preciso, primeiramente, que a futura mãe saiba seu status sorológico. Garantir o acesso ao teste de HIV para todas as gestantes é essencial para acabar com a transmissão vertical. Quando a gestante é identificada soropositiva, serão necessários um acompanhamento pré-natal e profilaxia específicos, além de cuidados especiais durante o parto e o aleitamento da criança. Caso a mulher não tenha o vírus, ela pode aprender como continuar a se proteger do HIV durante o aconselhamento após o teste.

No Brasil, os desafios são grandes. Estima-se que aproximadamente 240 mil mulheres em idade reprodutiva tenham o vírus da aids e que a maior parte não saiba que é soropositiva. Com a introdução de testes de HIV para gestantes em grande parte do País, o Ministério da Saúde já conseguiu reduzir consideravelmente a média nacional de transmissão vertical, que hoje é de aproximadamente 8%. Porém, continua alta nas regiões Norte e Nordeste (12% e 15% respectivamente), onde grande parte das gestantes não faz o teste de HIV durante o pré-natal.

Para enfrentar a transmissão vertical no Brasil, o UNICEF tem empreendido diversas ações, entre elas, os seminários de Prevenção da Transmissão Vertical e da Sífilis em 14 Estados do Norte e do Nordeste brasileiro e o treinamento de mais 750 mil profissionais dessa região na realização da testagem rápida do HIV e sífilis. 

 

 
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