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A mulher que trabalha fora pode amamentar, se o fizer sempre que estiver com o bebê.

Ilustração de amamentação
© UNICEF/BRZ/Gian Calvi

A mulher que trabalha fora pode continuar a amamentar, se o fizer sempre que estiver com a criança.

Se não for possível para a mulher estar com o filho durante as suas horas de trabalho, ela deve amamentá-lo sempre que estiverem juntos. O aleitamento frequente vai garantir a produção de leite.

Quando a mulher não puder amamentar em seu local de trabalho, ela deve retirar o leite de duas a três vezes por dia e conservá-lo em um recipiente limpo. O leite materno pode ser conservado sem estragar, à temperatura ambiente, por até oito horas. O leite extraído pode ser oferecido ao bebê em um copo limpo.

A mãe não deve substituir o leite materno por outro tipo de alimento.

Famílias e comunidades podem encorajar os empregadores a proporcionar uma licença-maternidade com vencimentos e oferecer creches, além de uma hora e um local adequado para a mulher amamentar ou retirar o seu leite.

Amamentação é um direito garantido por lei

Todas as mães têm o direito de amamentar seus filhos. No trabalho, em casa e até quando estão privadas de liberdade, elas têm direito a alimentar o seu filho no peito.

O aleitamento materno é também um direito da criança.

Segundo o artigo 9º do Estatuto da Criança e do Adolescente, é dever do governo, das instituições e dos empregadores garantir condições propícias ao aleitamento materno. Existem várias outras menções na legislação brasileira de promoção ao aleitamento materno, como o alojamento conjunto em hospitais e as normas para comercialização e anúncio de produtos como leite em pó, mamadeiras e chupetas.

A íntegra do Estatuto da Criança e do Adolescente e os avanços na legislação sobre o aleitamento materno no Brasil podem ser encontrados na biblioteca virtual do UNICEF.

 

 
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